BEM VINDO SHALAM

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Princípios da Terapia Cabalística

Princípios da Terapia Cabalística

A Cura Através da Compreensão dos Padrões da Alma e da Reconexão com a Divindade

A terapia cabalística se baseia em uma compreensão profunda da alma humana e sua conexão intrínseca com o Divino. 

Seus princípios fundamentais buscam promover a cura e a transformação pessoal através da:

1. Compreensão dos Padrões da Alma

A Árvore da Vida como Mapa: A Cabala utiliza a Árvore da Vida, com suas dez Sefirot, como um mapa da alma. 

Cada Sefirá representa um aspecto da consciência e da experiência humana, e a terapia cabalística busca identificar padrões de desequilíbrio nessas energias.

Identificação de Desequilíbrios: Ao compreender as qualidades de cada Sefirá, o terapeuta e o indivíduo podem identificar áreas onde há bloqueios, excessos ou deficiências de energia. 

Esses desequilíbrios podem se manifestar como padrões de pensamento negativos, emoções reprimidas ou comportamentos autodestrutivos.

Transformação de Padrões Negativos: A terapia cabalística oferece ferramentas para transformar esses padrões negativos, como meditação, visualização e estudo de textos sagrados. 

Ao trabalhar com as energias das Sefirot, o indivíduo pode restaurar o equilíbrio e a harmonia em sua alma.

2. Reconexão com a Divindade:

A Centelha Divina: A Cabala ensina que cada alma humana possui uma centelha divina, uma conexão direta com o Criador. 

A terapia cabalística busca fortalecer essa conexão, permitindo que o indivíduo acesse sua sabedoria interior e seu potencial de cura.

Meditação e Oração: A meditação e a oração são ferramentas essenciais na terapia cabalística, permitindo que o indivíduo se conecte com o Divino e receba orientação e cura. 

A meditação nas Sefirot e nos Nomes de Deus são práticas comuns nessa abordagem.

Teshuvá (Retorno): A Cabala enfatiza a importância do "teshuvá", o retorno ao caminho da retidão. 

Isso envolve reconhecer os erros, pedir perdão e fazer um esforço consciente para mudar os padrões negativos. 

A terapia cabalística auxilia nesse processo de arrependimento e transformação.

3. Integração e Totalidade:

Cura Holística: A terapia cabalística adota uma abordagem holística, considerando a interconexão entre o corpo, a mente e o espírito. 

A cura não se limita ao alívio de sintomas, mas busca restaurar a totalidade do ser.

Equilíbrio entre as Sefirot: A terapia cabalística busca equilibrar as energias das Sefirot, promovendo a harmonia entre os diferentes aspectos da alma. 

O objetivo é alcançar um estado de bem-estar integral, onde o indivíduo se sente pleno, realizado e conectado com o Divino.

Manifestação do Potencial Divino: Ao reconectar-se com a Divindade e transformar os padrões negativos, o indivíduo pode manifestar seu potencial divino e viver uma vida com propósito e significado.

Em resumo

A terapia cabalística oferece um caminho profundo e transformador para a cura da alma. 

Ao compreender os padrões da alma e reconectar-se com o Divino, o indivíduo pode alcançar um estado de bem-estar integral e viver uma vida mais plena e significativa.


Rav Khaleb Bueno 

Psicoteologo 

COACHING QBLH

Com muita satisfação que inciaremos em Setembro de 2015 o nosso ciclo de palestras sobre Coaching Kabbalah com o Tema Como Viver Melhor, esse estudo será a iniciação para aqueles que buscam o sentido da vida para uma grande mudança pessoal e coletiva.


Por meio de um sistema antigo de aproximadamente 4.000 anos estaremos propondo uma técnica de leis universais que encontramos nas Escrituras Sagradas, leis essas espirituais e físicas que iram mudar a sua vida e o universo que você vive.

Com certeza após você terá contato com os mundos superiores e inferiores; você encontrara a satisfação de viver em harmonia consigo e com os seus semelhantes; em equilíbrio com as leis universais.

Trataremos de estudar um método chamado QBLH que significa "receber/instrução" que teve seu inicio com Abraão e depois transmitido pelos patriarcas, chegando a nós depois muito tempo estado em oculto. Essas leis universais foram transmitido através da Torah "instrução oral" que foi vivida e revelada na pessoa de Yeshua Hamashiah e que seus Talmidim "discípulos" transmitiram a nós por meio da revelação escrita a Tanakh - as Sagradas Escrituras.

Convidamos você a unir-se a nós nesse período de estudos da Torah. Com certeza sua vida ira mudar e você ira mudar o mundo onde você vive.

Aproveite a inscrição é gratuita. Vagas limitadas a um numero bem restrito.

Contatos:
Skype, Facebook, Whatsapp ou e-mail
019 - 996475907 - khalebbueno@hotmail.com
com Rav Khaleb Bueno

DIÁLOGO INTER RELIGIOSO


More Ventura
13.10.2012

CARO MORE VENTURA, DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO NÃO É ERRADO PELO JUDAÍSMO?

(Acabo de receber esta pergunta de um amigo e envio a todos a minha resposta:)



Shalom meu caro amigo! Muito obrigado por ter enviado a questão!


Antes de me referir a sua dúvida, devo enfatizar que o diálogo inter-religioso do qual faço parte não envolve o ecumenismo. Ou seja, não fazemos rituais religiosos conjuntos, nem mistu
ramos as diferentes religiões, limitando nossa atuação ao diálogo e às ações em prol dos valores de respeito, justiça social e cultura de Paz.



1-Agora, como forma de responder a sua excelente questão, na qual pressupõe ser errado meu diálogo com integrantes de outras religiões, pergunto-lhe se por amor ao Eterno Pai de todos, não acharia importante proporcionar aos seguidores das outras religiões, (supostamente erradas), ao menos uma oportunidade de conhecerem a verdade através do diálogo, do exemplo e do testemunho que podemos dar? 



-Não seria esta linha de ação consoante com as afirmações proféticas, de acordo com as quais devemos ser uma luz para as nações, agindo como o farol, que dissipa a escuridão sem confrontar, mas através da simples emanação de sua essência, ao se aproximar da (suposta), escuridão?



-Por outro lado, não seria o “Abandono” destes outros irmãos seres humanos à sua própria sorte, um ato de egoísmo, já condenado pelo Eterno, quando critica o profeta Jonas, no momento em que este não se apraz com a salvação por ele obtida da população gentil da cidade de Ninvê? (Yona – Jonas – 4:10)



-Não seria também este ato de “não se importar” com os “gentios”, contrário ao famoso Midrash, no qual o Criador critica os anjos que cantam a Ele louvores por sua bondade para com o povo de Israel, dizendo que não devem fazê-lo enquanto suas criaturas, (os inimigos egípcios), se afogam no rio Nilo? (Talmud Meguila 10:2).



Será que eles estão errados?



-Apesar de o judaísmo, assim como as outras religiões, se afirmar como a religião correta, (Em nosso caso, somente para os judeus), tendo em seu cerne os sete princípios de Noé para toda a humanidade (1a), isso não significa que o mesmo condene todas as outras religiões como maléficas, proibindo o diálogo com seus membros. 

Isto se refere principalmente quando tratamos do Islam (1b), das religiões cristãs (2) e dos seguidores das diversas religiões que creem no Eterno como Criador Supremo e que seguem princípios sociais saudáveis. (3)


-Por outro lado, veja que até mesmo ao se referir aos praticantes das religiões politeístas, (Condenadas pela Torah), numa demonstração de compreensão ao contexto cultural de cada povo, o Talmud afirma que sua maioria apenas segue a tradição de seus antepassados, não podendo portanto, ser considerados como autênticos idólatras.(4)



-A esta afirmação deve se somar o versículo do profeta Malachi – Malaquias – no qual o Eterno afirma ter seu Nome honrado entre todas as nações do mundo, mesmo na época em que o monoteísmo não havia se espalhado pelo globo. Este versículo é explicado pelo renomado exegeta Rashi, como se referindo ao fato de que em última instância, todos os seres humanos reconhecem ao Eterno, ao menos, como o Deus dos deuses. (5)



-Termino esta pequena explicação afirmando que não me considero o dono da verdade e que a humildade abre portas, não somente para a interação, mas também para o aprendizado de todos os envolvidos nela. Destaco também não ser o primeiro, nem o segundo e nem o terceiro a atuar neste diálogo, o qual tem no Rabino chefe da Grã Bretanha, Lord Jonathan Sacks, um dos rabinos mais respeitados no mundo, como um de seus maiores expoentes.



Finalizando "De verdade"



Amigos, não devemos mais estranhar o diálogo que une, que promove a paz e a compreensão, neutralizando os conflitos e o ódio e deste modo aproximando a humanidade da Verdade. Devemos estranhar sim, o derramamento de sangue, a discriminação e o ódio generalizado, há milênios causados por pessoas que distorcem a religião em prol de sua vaidade e soberba!



Valorizemos a unidade que há por trás da maravilhosa diversidade!



Dialoguemos! 



Um grande abraço a todos! Shalom! More Ventura!



(1a) Talmud Sanhedrin 56:B

(1b) - Maimônides 
(2) - Rama, (Or Hachaim 156), Rabeinu Tam, (Sanhedrin:63), Meiri, (Beit Habechirá Babá Kama 113), Rabino Kook, (Igrot A:97).
(3) - Meiri, (Beit Habechirá Babá Kama 113), Rabino Kook, (Igrot A:97).
(4) Talmud Chulin 13:B
(5) Rashi sobre Malachi 1:11



Obs: Toda referência ao Talmud que fiz aqui é do Talmud Babilônico

BENÇÃO DA TORAH, SHABBAT - 22.06.2012


Café Convívio
Shabbat Kaffè
conversando entre amigos


Tema: A Bênção¹da Torah²
Shabbat, 22/06/2012



Glossário

Bênção¹: expressão proferida oralmente constituindo um desejo benigno, que pressupõe um efeito no mundo espiritual, de modo a afetar o mundo físico, fazendo com que o desejo se cumpra.

Torah²: do hebraico תּוֹרָה, significa instrução, apontamento, lei. Constituiem o texto central do judaísmo. É o nome dado aos primeiros livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números, e Deuteronômio.

Kabbalah: do hebraico קבלה (QBLH), significa recepção ou revelação. Sabedoria que investiga a natureza divina, que visa conhecer Deus e o Universo, desvendando o que está supostamente oculto, ou escondido. Quando  perguntaram ao Rav Kook (cabalista do século XX e Rabino em Israel) quem poderia estudar Cabala, sua resposta foi inequívoca: "Qualquer um que queira", porém, no judaísmo ortodoxo, é permitido o estudo da Cabala apenas aos homens, maiores de quarenta anos de idade, casados e com uma vida "devota" à Torah.


Conceitos

A-  Verdade que liberta é a que conhecemos

“Jesus dizia pois aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na Minha palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:31-32

“E conhecereis a verdade” Isso significa que você entenderá a verdade; e depois, somente depois (quando conhecer a Palavra de Deus e entender a Palavra de Deus) é que esta verdade “o libertará”. Somente quando entendemos os conceitos de Deus, eles têm o poder de nos libertar. Se permanecermos ignorantes sobre o que a Bíblia diz, a verdade continuará sendo verdade, mas esta verdade não nos ajudará muito até que a compreendamos.

2 – Somos gentios enxertados na família de Deus

“ Portanto, lembrem-se de que anteriormente vocês eram gentios por nascimento e chamados incircunsisão pelos que se chamam circuncisão, feita no corpo por mãos humanas, e que...” Efésios 2:11

gentios (grego ethnos): nações estrangeiras que não adoravam o verdadeiro Deus; pagãos.

“Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus,...” Efésios 2:19

Eramos noutro tempo estrangeiros, mas agora somos concidadãos dos santos – a Igreja – e membros da família de Deus com Israel.

“Se alguns ramos foram cortados, e você, sendo oliveira brava, foi enxertado entre os outros e agora participa da seiva que vem da raiz da oliveira cultivada, não se glorie contra esses ramos. Se o fizer, saiba que não é você quem sustenta a raiz, mas a raiz a você.” Romanos 11: 17-18

Você e eu (cristãos não-judeus) fomos “enxertados” à árvore. Os ramos desta árvore são Israel. Fomos adotados (“enxertados”) à família de Israel pela vida e sangue de Jesus Cristo (a raiz) que nos sustenta.

3 – Incluídos para ser Sal da terra e Luz do Mundo

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exeto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.” Mateus 5:13-14

No contexto histórico, Jesus fala para judeus. Não havia cristãos na época. Ele não tinha morrido na cruz pelos nossos pecados, não havia ressuscitado dos mortos e não havia construído Sua igreja. Então, foi através de Jesus Cristo que fomos enxertados a Israel (a oliveira) e conectados à raiz (Deus de Abraão, Isaque e Jacó). Portanto, agora estamos incluidos na missão dessa família de ser sal da terra e luz do mundo.

E temos a herança das bênçãos e promessas de Deus (através da Torah).

MONOTEÍSTA JUDAICO-CHRISTO-ISLÂMICA



Religiões abraâmicas são os monoteístas, enfatizando e rastreamento de sua origem comum a Abraão ou reconhecimento de uma tradição espiritual identificado com ele. Eles são uma das três divisões principais em religião comparada, juntamente com religiões indianas (Dharma) e religiões da Ásia Oriental (Taoic). A partir do século XXI cedo , estimou-se que 54% da população mundial (3,8 bilhões de pessoas) consideraram-se adeptos das religiões abraâmicas, cerca de 30% de outras religiões, e 16% de sem religião. 

As três principais religiões abraâmicas são, em ordem cronológica de fundação, o judaísmo, cristianismo e islamismo. 
Judaísmo considera-se como a religião dos descendentes de Y'acov, um neto de Abraão. Ele tem uma visão estritamente unitária de YHWH, e o livro central de santo para quase todos os ramos é o Texto Massorético como elucidado na Torá oral. 

O Netzarim começou como uma seita do judaísmo na Bacia do Mediterrâneo do século 1 dC e evoluiu para uma religião separada, a Igreja cristã com crenças e práticas distintas. 
Jesus é a figura central do cristianismo, considerado por quase todas as denominações para ser divina, tipicamente como uma pessoa de um Deus uno e trino. 
A Bíblia cristã é geralmente considerado a autoridade máxima, juntamente com a Sagrada Tradição em algumas denominações (como o Catolicismo Romano e da Ortodoxia Oriental).
Islam surgiu na Arábia, no século 7 dC com uma visão estritamente unitária de Allah. Muçulmanos (seguidores do Islã) normalmente segurar o Alcorão para ser a autoridade máxima, como revelado e esclarecido através dos ensinamentos e práticas de uma central, mas não divino, profeta, Maomé. 
Menos conhecidas religiões abraâmicas, originalmente ramificações do Islã xiita, incluem a Fé Bahá'í e drusos. 
As três principais religiões abraâmicas têm certas semelhanças. 
Todos são monoteístas, e conceber IHWH para ser uma figura transcendente Criador e fonte da lei moral e as suas narrativas sagradas possuem muitos dos mesmos valores, histórias e lugares em cada um, embora muitas vezes apresentá-los com diferentes funções, perspectivas e significados. 
Eles também têm muitas diferenças internas baseadas em detalhes de doutrina e prática. 
Cristianismo dividido em três ramos principais (católica ortodoxa e protestante) e dezenas de denominações significativas e ainda mais menores. 
O Islã tem dois ramos principais (sunita e xiita), cada um tendo uma série de denominações. 
O judaísmo também tem um pequeno número de agências das quais a mais significativa são ortodoxos conservadores e Reformistas. 
Às vezes as religiões e de diferentes ramos, muitas vezes dentro das mesmas religiões de ter tido conflitos amargos uns com os outros. 
Tem sido sugerido que a frase, "a religião de Abraão", pode simplesmente significar que todas essas religiões vêm de uma fonte espiritual. 
Os NTZRM se referem a Abraão como "Aba Emunáh". [ Rom. 4 ] 
Há um termo religioso islâmico, Millat Ibrahim (A Nação de Abraão), indicando que o Islã vê a si mesma como tendo práticas vinculadas às tradições de Abraão. 
A tradição judaica afirma descendência de Abraão, e adeptos seguir suas práticas e ideais como o primeiro dos três "Pais Espirituais" - Abraão, Isaac e Jacob. 
Todas as grandes religiões abraâmicas reivindicam uma linhagem direta de Abraão . 
Abraão é registrada na Torá como o antepassado dos israelitas através de seu filho Isaac, filho de Sarah através de uma promessa feita em Gênesis . [Gen. 17:1] 
Todas as variantes do judaísmo através do início do século 20 (profética, a reforma, rabínico, e conservador) foi fundada por descendentes de Israel. 
O texto básico do cristianismo é a Bíblia, a primeira parte que, no Antigo Testamento protestante, levando à afirmação de ascendência mesmo que acima. 
O Testamento Velho Católica inclui alguns livros que nem os protestantes ou judeus ortodoxos sentiam que eram inspirados e mais de natureza histórica. 
É a tradição islâmica que Maomé, como um árabe, é descendente de Abraão, filho de Ismael. 
A tradição judaica também equipara os descendentes de Ismael, ismaelitas, com os árabes, como os descendentes de Isaac por Jacob, que também foi mais tarde conhecido como Israel, são os israelitas. 
Outros termos por vezes usados ​​incluem religiões abraâmicas, tradições, religiões abraâmicas de Abraão, religiões abraâmicas monoteístas, religiões semitas, semitas religiões monoteístas e as religiões semitas um deus. 
No entanto, o termo "religiões abraâmicas", embora útil, também é enganosa. Ele transmite uma comunalidade não especificado histórica e teológica que é problemático, uma análise mais aprofundada.
Enquanto não há comunalidade entre as religiões, em grande medida sua ascendência compartilhada é periférico às suas respectivas crenças fundamentais e, portanto, esconde diferenças cruciais. 
Por exemplo, as crenças cristãs comuns da Encarnação, Trindade e ressurreição de Jesus não são aceitos pelo judaísmo ou o Islão (ver, por exemplo visão islâmica da morte de Jesus). 
Há crenças fundamentais, tanto o islamismo e o judaísmo que não são compartilhadas pela maioria do cristianismo (como monoteísmo estrito e adesão à Lei) e crenças fundamentais do Islã e do Cristianismo não compartilhados pelo judaísmo (como a profética e messiânica posição de Jesus, respectivamente), e assim por diante.
A característica unificadora do Judaísmo, Cristianismo e Islamismo é que todos aceitam a tradição de que YHWH se revelou ao patriarca Abraão. 
Todas as religiões abraâmicas afirmam ser monoteísta, adorar IHWH ECHAD exclusivo, embora conhecido por diferentes nomes.
Todas estas religiões acreditam que YHWH criou, e é um, regras, revela, ama, julga e perdoa. 
No entanto, do cristianismo doutrina trinitária em conflito com conceitos judeus e muçulmanos do monoteísmo. 
Eles rejeitam a encarnação de YHWH em Cristo; a característica definidora da religião cristã, em que a salvação é baseada em uma doutrina de expiação, mais comumente substituto expiação (para os protestantes) e resgate, vitória de Cristo ou satisfação (para Ortodoxa e os católicos) - através da fé em Jesus Cristo como Salvador. 
Apesar de o cristianismo não professam crer em três deuses, e não três pessoas ou hipóstases, unidas em uma essência ou ousia, na Divindade, o "Todo-Poderoso Deus", o conceito da Trindade é categoricamente rejeitada pelo outras grandes religiões abraâmicas (e por certo non-mainstream-geral definido pela semelhança de crenças para o Credo de Nicéia - seitas do cristianismo, como pentecostais unicistas e unitaristas e as Testemunhas de Jeová e os mórmons e os cientistas cristãos). 
Desde a concepção da trindade divina não é passível de tawhid, a doutrina islâmica do monoteísmo, o Islã considera o cristianismo a ser diversamente politeísta ou idólatra. 
A adoração de Jesus, ou a atribuição de parceiros a Allah, é categoricamente denunciada como a heresia de idolatria pelo Islã. 
A encarnação de Allah em forma humana a que foi denunciada como uma heresia pelo judaísmo. 
O Islã também acredita que o judaísmo tem comprometido Monoteísmo, elevando as opiniões e interpretações de rabinos ao nível de Allah. 
A maior seita religiosa única de qualquer religião, seita e maior o cristão, o catolicismo romano, com 1,1-1,3 bilhões de seguidores como muitos como todas as seitas do Islã combinado, o maior seita de cristãos, Ortodoxia Oriental, com 250-350 milhões de adeptos, e a grande maioria dos protestantes denominações (total ~ 750 milhões de adeptos) em conjunto tornando-se mais de 2 bilhões de 2.1-2.2 bilhões de cristãos que vivem a partir de 2010, defender a doutrina da Trindade de fato, Trinitarianismo é frequentemente utilizado como um marcador de ortodoxo pensamento cristão e doutrina. Yeshua (árabe: Isa ou Yasu, entre os muçulmanos e Os cristãos árabes, respectivamente) é comum entre o cristianismo, islamismo e fé bahá'í, mas com concepções muito diferentes, visto como YHWH encarnado e o Salvador da humanidade pelos cristãos, e como um profeta do Islã, pelos muçulmanos, e uma Manifestação de YHWH por bahá'ís. 
Todas as religiões abraâmicas afirmam um pessoal Criador Eterno que criou o universo, que governa a história, que envia proféticas mensageiros e angelical e que revela que a vontade divina através inspiradas Escrituras. 
Eles também afirmam que a obediência a este Eterno Criador é para ser vivida historicamente, e que um dia YHWH vai unilateralmente intervir na história humana sobre o dia do julgamento e determinará para toda a humanidade os seus destinos eternos do céu ou o inferno com base em crenças de uma pessoa e ações. 
Todas as religiões abraâmicas acreditar que Criador guia a humanidade através da revelação aos profetas, e cada religião reconhece que YHWH revelou ensinamentos até e inclusive na sua própria escritura. 
Uma ética de orientação: todas essas religiões falam de uma escolha entre o bem e o mal, que está associado com a obediência ou desobediência a um Criador Único e Lei Divina. 
Uma escatológica visão de mundo da história e do destino, começando com a criação do mundo e o conceito de que Criador trabalha através da história, e terminando com uma ressurreição dos mortos e julgamento final e Mundo Vindouro. 
Judaísmo: Jerusalém tornou-se cidade mais sagrada do judaísmo em 1005 aC, quando Davi estabeleceu como a capital de Israel, e seu filho Salomão construiu o Primeiro Templo no Monte Moriá. 
Uma vez que a Bíblia Hebraica conta que o sacrifício de Isaac ocorreu lá, a importância Monte Moriá para os Hebreus é anterior até mesmo estes eventos de destaque. 
Os judeus oram três vezes por dia em sua direção, incluindo em suas orações fundamentos para a restauração e a reconstrução do Templo Sagrado (o Terceiro Templo) no Monte Moriá, fechar o serviço da Páscoa com a declaração melancólico "No próximo ano em Jerusalém construído," e recordar a cidade na bênção no final de cada refeição. Jerusalém serviu como a única capital de todos os cinco estados judeus que existiram em Israel desde 1400 aC (o Reino Unido de Israel, o Reino de Judá, Medinata Yehud, o Reino Hasmoneus, e Israel moderno). Foi maioria judaica desde cerca de 1852 e continua até hoje. 
Cristianismo: Jerusalém era um centro no início do cristianismo. A Pagan romanos sob o imperador Vespasiano, a fim de acabar com a Primeira Revolta Judaica, as forças utilizadas liderados pelo filho de Vespasiano e herdeiro do trono, Tito para sitiar Jerusalém, saquear a cidade e destruir o Segundo Templo em 70 dC (eventualmente a construção de um santuário para Júpiter Capitolino em seu lugar). 
Em 135 dC, sob Adriano, como uma resposta a outra revolta judaica contra Roma regra (a Revolta Terceiro judaica de Simon Bar Kochba), os romanos ainda expulsou todos os judeus da área, depois de três revoltas em 70 anos, para garantir uma nova revolta era não próxima. 
Isto é, quando a área ao redor de Jerusalém, até então chamado romano da Judéia, em primeiro lugar foi dado o nome "Palestina", ou "a Síria Palestina". 
Não tem sido uma presença contínua cristã lá desde então. William R. Kenan, Jr., professor de história do cristianismo da Universidade de Virginia, Charlottesville, escreve que a partir de meados do século 4 a conquista islâmica no meados do século 7, a província romana da Palestina era uma nação cristã, com Jerusalém como sua cidade principal. 
De acordo com o Novo Testamento, Jerusalém era a cidade Yeshua Netzareh foi levado como uma criança para ser apresentado no templo e para a festa da Páscoa, Ele pregou e curou em Jerusalém, sem a menor cerimônia expulsou os cambistas em desordem a partir do templo, realizada a Última Ceia em uma "sala superior" (tradicionalmente o Cenáculo) lá na noite anterior, ele é dito ter morrido na cruz, foi preso em Getsêmani. 
As seis partes para julgamento de Jesus e três etapas de um tribunal religioso e três estágios antes de um tribunal romano foram todos mantidos em Jerusalém. 
Sua crucificação no Gólgota, seu sepultamento nas proximidades (tradicionalmente a Igreja do Santo Sepulcro), e sua ressurreição e ascensão e profecia para retornar todos dizem ter ocorrido ou venha a ocorrer lá. 
Islã: Jerusalém, a cidade de Davi e de Yeshua, tornou-se sagrado para os muçulmanos, em terceiro lugar depois de Meca e Medina (embora não mencionado pelo nome no Alcorão). 
O Al-Aqsa mesquita, que se traduz em "mais distante mesquita" na sura Al-Isra do Alcorão, e seus arredores são tratadas no Alcorão como "terra santa". 
Mais tarde a tradição muçulmana como registrado no Ahadith identifica al-Aqsa com uma mesquita em Jerusalém, e nada no Alcorão fornece esta conexão (nem uma conexão com o Domo da Rocha). 
Os primeiros muçulmanos não rezava para Meca, mas em direção a Jerusalém:. o QIBLA foi mudada para Meca, como parte de uma completa ruptura com o judaísmo, quando se tornou óbvio que os judeus não aceitam Maomé como um profeta. 
Outra razão para a sua significado é sua conexão com o Mi'raj, onde, segundo a piedade muçulmana tradicional, Maomé ascendeu através dos sete céus sobre uma mula alada chamada Buraq, guiados pelo Arcanjo Gabriel, a partir da Pedra Fundamental no Monte do Templo, em moderna sempre sob o Domo da Rocha. 
Todas as religiões abraâmicas são monoteístas. 
No judaísmo e do Islamismo, YHWH é visto como um ECHAD Único Ser Divino; esta visão não é partilhada pelo cristianismo, que vê a Deus como um indivisível Trindade. 
Enquanto os cristãos sustentam que a Trindade é o mesmo que o judaico e islâmico vista divino singular ser de Deus, a distinção é suficientemente grande para exigir uma explicação evidente por parte dos cristãos e sobre a parte da fé islâmica, que reafirma a problema com uma advertência no capítulo 112 do Alcorão .


SHALOM e SHALAM
Mazol Tov

CONCEITO JUDAICO CRISTÃ EM RELAÇÃO INTER RELIGIOSA


Promover o conceito de América como uma nação judaico-cristã tornou-se um programa político na década de 1920, em resposta ao crescimento do anti-semitismo na América. A ascensão de Hitler na década de 1930 levou em causa protestantes e católicos e judeus a tomar medidas activas para aumentar a compreensão ea tolerância. [28]
Nesse esforço, os precursores da Conferência Nacional de Cristãos e Judeus criado equipes compostas por um padre, um rabino e um pastor, para executar programas em todo o país, e moda de uma América mais pluralista, não mais definido como um país cristão, mas "uma nutrida por três tradições: enobrecedores. protestantismo, catolicismo e judaísmo" [29] "A frase 'judaico-cristã" entrou no léxico contemporâneo, como o termo padrão liberal para a idéia de que os valores ocidentais de descanso em um consenso religioso, que incluiu judeus. " [29]
Através da busca da alma, no rescaldo do Holocausto , "houve uma revolução na teologia cristã nos Estados Unidos. [...] O maior mudança nas atitudes cristãs para com o povo judeu desde Constantino converteu o império romano ". [30] O aumento de Christian sionismo , isto é, religiosamente motivado interesse cristão e apoio para o Estado de Israel, juntamente com um crescimento de filo-semitismo (o amor do povo judeu) tem aumentado o interesse entre os evangélicos americanos no judaísmo, especialmente as áreas de convergência com as suas próprias crenças, ver também Jerusalém no cristianismo . Interesse e uma atitude positiva em relação à tradição da América judaico-cristã tornou-se popular entre os evangélicos . [31]
A base bíblica para esta nova atitude positiva em relação aos judeus entre os evangélicos é Gênesis 12:3, em que Deus promete que Ele abençoará aqueles que abençoamAbraão e seus descendentes, e amaldiçoarei aqueles que amaldiçoá-los (ver também " Aliança com Abraão "). Outros fatores no novo filo-semitismo incluem gratidão para com os judeus para contribuir para os fundamentos teológicos do cristianismo e por ser a fonte dos profetas e de Jesus ; remorso para a história da Igreja de anti-semitismo, e medo de que Deus julgará as nações no final do tempo com base em como eles tratavam o povo judeu. Além disso, para muitos evangélicos Israel é visto como o instrumento através do qual as profecias do fim dos tempos estão preenchidas. [32] Um grande número de peregrinos cristãos visita Israel, especialmente em tempos de angústia para o Estado judaico, para oferecer apoio moral, e retornar com uma sensação ainda maior de uma herança judaico-cristã compartilhada.
Sensibilização do público para um sistema de crenças compartilhado judaico-cristã tem aumentado desde a década de 1990 devido a um grande interesse na vida do Jesus histórico , enfatizando sua condição judaica (ver também " judeus cristãos "). A literatura explora as diferenças e semelhanças entre os ensinamentos de Jesus , o cristianismo eo judaísmo. [33] [34] [35] [36] [37] [38]
Por outro lado, a resposta dos judeus em direção ao "judaico-cristã" conceito foi misturado. Na década de 1930, "Em face de todo o mundo os esforços anti-semitas para estigmatizar e destruir o judaísmo, cristãos e judeus influentes na América trabalhado para mantê-lo, empurrando o Judaísmo a partir das margens da vida religiosa norte-americana para o seu próprio centro". [39] Durante a Primeira Guerra Mundial II, capelães judeus trabalhou com os padres católicos e pastores protestantes para promover a boa vontade, dirigindo-militares que, "em muitos casos, nunca tinha visto, muito menos ouviu falar antes de um rabino". Nos funerais para o soldado desconhecido, os rabinos estavam ao lado dos outros capelães e recitou orações em hebraico. Em uma tragédia divulgado muito tempo de guerra, o naufrágio do Dorchester USAT , o navio multi-fé capelães desistiram de suas lifebelts aos marinheiros evacuação e permaneceram juntos "de braço dado na oração" como o navio afundou. Um selo postal 1948 comemorou o seu heroísmo com as palavras: ". Inter-religioso em ação" [29]
Na década de 1950, "um renascimento espiritual e cultural lavada sobre os judeus americanos", em resposta ao trauma do Holocausto. [29] os judeus americanos tornaram-se mais confiante para ser identificado como diferente.
Dois livros notáveis ​​abordadas as relações entre judaísmo contemporâneo eo cristianismo, Abba Hillel Silver 's Onde Judaísmo difere e Leo Baeck do judaísmo e do cristianismo,tanto motivado por um impulso para esclarecer o carácter distintivo do Judaísmo ", em um mundo onde o termo judaico-cristã tinha obscurecido diferenças críticas entre as duas religiões. " [40] Reagindo contra o esbatimento das distinções teológicas, o rabino Eliezer Berkovits escreveu que "o judaísmo é judaísmo porque rejeita o cristianismo, eo cristianismo é o cristianismo porque rejeita o judaísmo". [41] O teólogo e escritor Arthur A. Cohen , em O Mito da Tradição judaico-cristã, questionou a validade teológica do conceito judaico-cristã e sugeriu que era essencialmente uma invenção da política americana , enquanto Jacob Neusner , de judeus e cristãos: O Mito de uma comum Tradição,escreve: "As duas religiões estão para pessoas diferentes falando sobre coisas diferentes para pessoas diferentes". [42]
O professor de Direito Stephen M. Feldman identifica falar de tradição judaico-cristã como supersessionismo :
Uma vez que se reconhece que o Cristianismo tem historicamente engendradas anti-semitismo, então esta tradição chamada aparece como perigoso dogma cristão (pelo menos a partir de uma perspectiva judaica). Para os cristãos, o conceito de tradição judaico-cristã confortavelmente sugere que o judaísmo para o cristianismo progride-que o judaísmo é de alguma forma concluída no cristianismo. O conceito de tradição judaico-cristã flui a partir da teologia cristã da superação, em que aaliança cristã (ou Testamento) com Deus substitui a judaica. O cristianismo, de acordo com este mito, reformas e substitui o judaísmo. O mito, portanto, implica, em primeiro lugar, que o judaísmo precisa de reforma e substituição, e, segundo, que o judaísmo moderno permanece apenas como uma "relíquia". O mais importante é o mito da tradição judaico-cristã insidiosamente obscurece as diferenças reais e significativas entre o judaísmo eo cristianismo. [43]