BEM VINDO SHALAM

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TZEDAKAH PARA AS NAÇÕES

"Ouçam, surdos; olhem, cegos, e vejam!” Isaías 42:18



A Torah (orientações e preceitos) - Bíblia Hebraica - em toda a sua existência e sabedoria sempre foi, é, e será Keter (coroa de glória) - a Fonte de Luz e Orientação ao Povo Hebreu, oculta aos gentios de outros povos.

No versículo citado acima mostra a forma que H’Shem (O Nome) - Senhor do Povo Hebreu, chama a atenção por gerações.

Para que eles (nós) ouçam o Seu chamado e veja a calamidade que o povo e as nações estão vivendo, uma escuridão só - sem a Tzedakah (Justiça).

Falta ao Povo - o Daat - (a percepção da consciência) - para enxergar a calamidade e corrupção da humanidade, e principalmente dos governantes e líderes das nações.

O pecado é tanto que as pessoas não estão tendo Chokhma (sabedoria) das oportunidades de novas perspectivas de um futuro melhor para seus filhos e idosos, os enriquecimentos ilícitos tem aumentado o sofrimento do povo.

O povo perdeu as esperanças de um mundo melhor para si e para as gerações vindouras, entrando numa cegueira espiritual - vivendo como escravos de um sistema falido e corrompido, deturpado pelo egoísmo.

Mas entre todo caos e escuridão eis que surge a Biná (compreensão) da Luz Divina que traz a redenção ao mundo e nações perdidas em seus pecados.

H’Shem sempre chama e levanta um Tsadik (justo) em cada geração para trazer a Torah - (Luz às Nações).

MKTB (está escrito) em Isaías 42:1:

"Eis o meu servo, a quem sustento, o meu escolhido, em quem tenho prazer. Porei nele o meu Ruach, e ele trará tsedacá às nações.”
Vamos entender essa passagem riquíssima em verdades e da promessa contida nela para a nossa redenção e a do mundo que vivemos, entre as Nações:

Primeiro - é fantástica a revelação do Servo aqui apresentado. Veja:

Servo do H’Shem
Sustentado e Escolhido por H’Shem
H’Shem tem prazer nesse servo
Ruach Kadosh de H’Shem está nesse servo
A tarefa do Servo é trazer a Tsedacá às Nações


Segundo - H’Shem escolhe o servo – capacita e da força com poder para ele realizar, divulgar, trazer à Luz - justiça a todas a Nações.

A conexão do Servo com H’Shem para essa tarefa é implícita - para trazer a Torah - Luz para as Nações - O Reino dos Céus e a Sua Tzedakah - Justiça.


Ensinar o sistema espiritual da qblh (tradição do recebimento), o tikun (a correção) do kli (vaso e receptor) para o recebimento da Torah - Luz Infinita

A Teshuvá (retorno) da nephesh (alma egoísta) em tikun neshamá (cirrelçao em alma altruísta), que é a intenção do Criador desde o início - a redenção da criação.

Ele trará a Geburah (julgamento) ao povo e as nações por falta de Tzedakah - a justiça na aliança e promessas feitas como povo escolhido.

Ele fará com Chessed (mansidão e bondade) – não haverá gritaria, não quebrará mais os oprimidos e nem apagará a chama de esperança (alma hebraica).


Com a Tiferet (fidelidade e disciplina) cumprirá promessa de trazer e fazer a tsedacá (justiça) entre o povo, mostrando a beleza de um povo zeloso nas mitzvot da tsedacá (mandamentos de justiça).

Fará com Netzach (poder e firmeza). Não mostrará fraqueza, não deixará de cumprir a promessa que estabelece a tsedacá (justiça) entre o povo e nações.

Avivará o Hod (pensamento) na esperança de redenção de toda criação e de todos os povos e nações.

Firmará Yessod (os fundamentos) da Torah (Luz - Orientações) no coração das nações, para que haja Teshuvá (arrependimento e retorno) Kéter Chay (Fonte de Toda Vida) Ahavah (Amor) Mitzvá (decretos de justiças). 

Manifestará Emunah Malchut Tzedakah – (Fé no Reino do Céus e Sua Justiça) sendo o mediador para Luz para as Nações, manifestando por meio da redenção vindoura novo céus (mentalidade) e nova terra (oportunidades). 


Resumindo

Sou escolhido como servo do Altíssimo para transmitir as orientações dos princípios e valores para uma vida plena proporcionada pela Fonte Eterna como co-Criador de uma nova terra e novos céus, 
com os dons, talentos e recursos recebidos para conectar meus semelhantes que necessitam de orientação em sua teshuvá à nova vida, seja eu instrumento, servo para redimir vidas e a criação – os mundos das pessoas no reino criado por H’Shem – YHWH.

Baseado na Palestra do Rev #SauroQueiroz #chacaraprimavera - Campinas,SP - 05.08.2018

Sugestão de Leituras

Descubra as raízes judaicas de sua fé cristã através da obra do aclamado escritor e autoridade no assunto, Pastor Larry Huch. 

Ele o levará a uma incrível jornada pelas verdades escondidas que existem na Torá e na Palavra de Deus. 

Esta revelação trará vida à Bíblia como nunca antes, e liberará novos milagres e bênçãos na sua vida, ministério e família.

Shalam
Rev Khaleb Bueno
psicoteologo

NO SOFRIMENTO

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Sobre o sofrimento:

Dilema ou... poder e bondade de H'Shem?

Gênesis 

"Tudo era muito bom..." existia harmonia em tudo... dependência total e exclusiva do Criador. 

Cinco Faces:
  1. Vivemos num mundo instável 
  2. Tomamos decisões erradas 
  3. Somos exercitados por H'Shem 
  4. Somos disciplinados por H'Shem 
  5. Somos alvos de intimidação 

Atitude ( II Coríntios 4:16-18) 

Não desanimar... Não perder o coração" 

🔯 Fortaleça Interiormente: renova-se diariamente JOB (Jejum, Oração e Bíblia) 

🔯Exercitando uma Consciência: passagem do sofrimento momentâneo para glória eterna 

🔯 Mantendo o Foco Correto: no quê não se vê que é eterno. 

Diante do sofrimento - lembre se! 

NÃO ERA PRA SER ASSIM 

Em meio do sofrimento tenha discernimento 

Ao atravessar períodos de sofrimento - não perca o coração! 

🔯 Fortaleça... 
🔯 Exercita... 
🔯 Mantenha... 

Sua Emunah em H'Shem. 

Ele cuidará de você sempre! 

L'Chaym Tov Shalam 

Rev Khaleb Bueno 

Campinas, SP



THINKING 2016

Salmos: 121. 7-8. O Eterno te guardará de todo o mal; ele guardará a tua vida. O Eterno guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.

Estamos vivendo dias maus, costumo dizer que são dias de Noah e Loh, em que os  homens maus e a  ciência se multiplica,  com isso a corrupção da humanidade.

O amor das pessoas são egoístas, cada um em busca de seus próprios prazeres, frios e maldosos. Em toda parte. Pouco encontramos a verdade e respeito pelo semelhante.

Mas entre todo esse caos universal existe  a Luz que pode mudar e corrigir a sua  alma tornando-a Altruista - um ser dedicado a viver para o Eterno e Servir seus Semelhantes. Um povo chamado a viver a plenitude da vida.

Talvez esse ano não tenha sido um dos melhores para você e sua família. Mas o Eterno declara em sua palavra revelada que guardará seu povo DE TODO o mal.

A sua vida - a existência, está nas mãos do Criador?

Se estiver, você pode crer que sua vida estará guardada integralmente, é difícil acreditar nos dias hoje. Mas a fé - trara a existência tudo que o Criador já planejo para você e sua família.

Hebreus: 11. 1. Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.

Veja, podemos acreditar e ter fé, que o Criador guardará a nossa saída de #2015 e conforme a sua palavra, guardará a nossa entrada em #2016.

A sua promessa é para agora, nosso presente. E também para o nosso futuro, coloque sua vida nas mãos do Criador e descanse, lance fora da sua vida toda  ansiedade e preocupações, Lembre-se, o Altíssimo lhe guardará de TODO mal em TODO o tempo - no presente e no futuro.

Caso você aceite  vou propor algumas dicas para você lidar com sua ansiedade para o ano novo, que está chegando.

1. Mantenha um diário: escreva, todos os dias, cinco coisas pelas quais está grato.
2. Pratique atos aleatórios de bondade.
3. Reconheça o seu incrível potencial e lute para maximizá-lo todos os dias.
4. Esqueça as suas preocupações ajudando os outros.
5. Encare os seus medos – não são assim tão terríveis quanto imagina.
6. Aceite os aspetos positivos da ansiedade e utilize-os para melhorar a sua vida

Se mesmo assim você não conseguir relaxar, acreditar e fazer essa simples tarefa, lhe proponho o nosso #Curso #Online Personalizado para você #THINKING2016 - Vivendo a Plenitude do Criador.

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Mazal Tov 2016

YOM KIPUR E O PODER DO PERDÃO

Yom Kipur e o Poder do Perdão
por Rabino Gabriel Aboutboul


Yom Kipur é a oportunidade dada por D’us de virar a página de nossa vida e acreditar em nossa capacidade de melhorar. Devemos corrigir os erros, mas não nos tornarmos reféns do passado, incapazes de olhar para o futuro.

Durante os dias que antecedem Yom Kipur, o Dia da Expiação, recitamos antes das orações matinais as Selichot – os pedidos de perdão a D’us. Sempre nos referimos a essas orações no plural – Selichot – e não no singular, Selichá. Nossos Sábios explicam que isso significa que o pedido de perdão tem duas vias: não apenas pedimos perdão, mas, também, perdoamos. A quem precisamos perdoar? Às outras pessoas, a D’us e a nós mesmos.

Na língua hebraica, há várias palavras que significam perdão. As preces de perdão foram chamadas de Selichot porque o valor numérico de Selach é 98, que é o número de maldições mencionadas na Torá. Isso para nos ensinar que o perdão tem o poder de transformar a maldição em bênção, neutralizando tudo o que há de negativo no mundo. Mas o que significa perdoar, de acordo com o judaísmo?

O que significa perdoar?

Na Torá, há mandamentos que determinam tanto nossa relação com D’us quanto com relação a outros seres humanos. Consequentemente, há dois tipos de erros que o homem pode cometer contra: D’us e contra seus semelhantes.

O que significa pedir perdão a D’us pelos erros e transgressões cometidas contra Ele? Significa reconhecer que, ao longo do ano, nem sempre cumprimos Seus mandamentos. Em Yom Kipur, D’us pode perdoar-nos apenas por esse tipo de transgressões e não pelas faltas que cometemos contra outros seres humanos.

E o que implica pedir perdão a uma pessoa? Não significa apenas dizer “Me perdoe”, apesar disto ser um bom começo. 

Pedir perdão implica procurar reparar o erro. Se tivermos prejudicado alguém financeiramente, devemos devolver o que devemos ou, no mínimo, admitir a dívida. 

Se tivermos denegrido a imagem de alguém, devemos tomar as medidas necessárias para redimi-la. (Vale ressaltar, porém, que quando ofendemos ou prejudicamos outra pessoa, é necessário um pedido de perdão duplo – tanto a ela quanto a D’us. Pois ofender, ferir ou prejudicar outra pessoa de qualquer forma é, também, uma transgressão dos mandamentos Divinos, que nos ordenam amar a todos, fazer o bem e nunca fazer mal a ninguém).

Portanto, para se obter o perdão em Yom Kipur, precisamos procurar consertar nosso relacionamento tanto com D’us como com as outras pessoas. Porém, não adianta bater no peito e confessar os pecados, e esperar que D’us nos perdoe inclusive pelos erros que cometemos contra os outros. Para sermos perdoados desses erros, precisamos, antes do início de Yom Kipur, pedir desculpas àqueles que, de alguma forma, prejudicamos ou magoamos. Precisamos fazer de tudo para retificar nossos erros – tanto com atos como com palavras.

A verdade é que cada um de nós precisa pedir perdão e também perdoar os outros. Assim como quem falhou com outra pessoa deve pedir perdão, cabe à pessoa que recebeu um pedido de desculpas perdoar, contanto que o pedido dela seja sincero e de fato faça o possível para corrigir o erro cometido.

Acima, mencionamos que há três tipos de perdão. Devemos perdoar as outras pessoas, devemos perdoar a D’us e devemos perdoar a nós mesmos. Para muitos, é mais fácil perdoar aos outros seres humano e a D’us do que a si próprio. Muitas pessoas se condenam por suas falhas e são incapazes de se perdoar. Esta inabilidade é algo negativo, pois nossa vida fica presa ao passado. O auto-perdão é uma demonstração de humildade, pois demonstra que reconhecemos que somos humanos e não infalíveis.

A grandeza de Rosh Hashaná e Yom Kipur é que D’us instituiu um dia no qual temos a oportunidade de “virar a página”. Precisamos estar cientes de nossos erros – e fazer todo o possível para corrigi-los – mas não podemos permitir que eles nos definam. Não podemos nos tornar reféns dos erros do passado, incapazes de olhar para frente. Yom Kipur não é o dia em que falamos para D’us que somos “inocentes”, e sim, em que admitimos nossa culpa. Mas é, também, o dia em que expressamos o desejo de melhorar

Assumir nossos erros já é parte integrante da obtenção do perdão.

Há uma enorme diferença entre o que a pessoa é e o que ela faz. Fazer algo errado não significa ser errado. Um mau comportamento, uma má atitude não pode definir quem a pessoa é. Isso, evidentemente, não significa que nossos atos não sejam importantes e significativos. Significa que eles não podem nos definir: talvez erramos ontem, talvez erramos hoje, mas amanhã podemos agir corretamente. O fato de uma pessoa errar não significa que ela não deva ser perdoada ou que não possa modificar-se.


Rabi Shneur Zalman de Liadi, o Alter Rebe, fundador do movimento Chabad-Lubavitch, explica o significado de um verso nos Salmos que, aparentemente, não faz sentido. Está escrito que “D’us nos perdoa para que possamos temê-Lo”. À primeira vista, esse conceito parece ser ilógico: se alguém sabe que será perdoado, deveria ter menos medo de pecar. O Alter Rebe explica esse verso com uma metáfora. Suponhamos que alguém tomou um grande empréstimo no banco para investir em um negócio. Infelizmente, não teve sucesso. Se o gerente do banco for exigir a devolução do empréstimo, além do pagamento de todos os juros, ele fará com que a dívida se torne impagável. Mesmo se o devedor quisesse pagar a dívida, não conseguiria.

Consequentemente, ele não fará qualquer tentativa para devolver o dinheiro que tomou emprestado. Contudo, se o gerente do banco estiver disposto a negociar – se oferecer um plano viável para o devedor pagar o que deve –, haverá mais chance de o banco recuperar o empréstimo.

Um fenômeno parecido ocorre no relacionamento entre o homem e D’us. Se D’us fosse excessivamente exigente – se Ele cobrasse todo pecado cometido – romperíamos a relação com Ele: passaríamos a fugir Dele, a ignorá-Lo. O Eterno, então, propõe um acordo – Ele nos perdoa e facilita o pagamento de nossa dívida com Ele – para que seja possível manter o relacionamento.

Muitas pessoas acreditam que perdoar é um sinal de fraqueza. Na realidade, é exatamente o oposto. A falta de perdão é sinal de fraqueza e insegurança enquanto perdoar é um ato de coragem, de força. Perdoar não significa dar permissão para que a pessoa volte a cometer o mesmo erro. Significa ter fé que a pessoa que errou não voltará a errar no futuro. Perdoar alguém significa acreditar nela. D’us nos perdoa porque Ele acredita em nós: Ele confia que nosso futuro será melhor que nosso passado.

Em muitos casos, não conseguimos compreender por que alguém deveria merecer ser perdoado: por que deveria ter uma segunda ou até uma terceira chance. Daí ocorre que D’us nos faz passar por algo parecido – nós, também, acabamos falhando – e clamamos por perdão – algo que não queríamos dar a outra pessoa. Muitas pessoas não querem perdoar os outros, mas a pergunta que se deve fazer a elas é: se fosse você que tivesse errado, você também gostaria de não ser perdoado?

Nossos Livros Sagrados nos ensinam que D’us se comporta conosco da forma como nos comportamos com as outras pessoas. Se formos tolerantes com outros, Ele será tolerante conosco. Por outro lado, se formos excessivamente rigorosos com as outras pessoas, Ele será excessivamente rigoroso conosco.

O Baal Shem Tov, fundador do Movimento Chassídico, ensinou que depois que a pessoa deixa este mundo, é ela própria que decreta seu próprio veredicto perante a Corte Celestial. Mostram a ela os atos de uma pessoa – sem revelar que se trata dela mesmo – e se lhe pergunta: “Qual deve ser o veredicto?”. Após a pessoa julgar o caso, é revelado a ela que se trata dela própria. Isso significa que as pessoas que estão acostumadas a julgar os outros favoravelmente acabarão julgando-se favoravelmente perante a Corte Celestial. Por outro lado, aqueles que são demasiadamente rigorosos com os outros, arriscam-se a se autocondenar. Quando alguém é rigoroso demais, esse rigor acaba se voltando contra si próprio.

O que impede o ato de perdoar ou de pedir perdão? Orgulho, arrogância e medo. E esses sentimentos estão entrelaçados. Muitas pessoas não pedem perdão às outras por motivo de orgulho: Por que eu deveria pedir perdão a tal pessoa? Afinal, sou muito mais importante, mais experiente, mais inteligente, mais bem-sucedido do que ela... O outro motivo é o medo da resposta. Muitos temem não serem atendidos e que isso seja motivo de vergonha, ou seja, de orgulho ferido.

Em Yom Kipur, pedimos perdão a D´us, mas, também, precisamos perdoar D’us. Conta-se a seguinte história sobre um grande mestre chassídico, o Rabi Elimelech de Lijensk. Na noite que antecede Yom Kipur, ele enviou um de seus alunos a certo botequim, para que este aprendesse o significado do perdão duplo. Ao chegar ao botequim, o aluno nota que o dono pede à sua esposa uma caderneta.

Ela leva uma caderneta para o marido onde ele havia recordado, ao longo do ano, tudo que D’us fizera de errado com ele: todos os sofrimentos que ele tinha passado durante o ano. Após terminar de ler essa caderneta, ele pede à sua esposa uma outra caderneta onde ele havia escrito todos os pecados que ele fizera contra D’us, ao longo do ano. Após ler essa caderneta, o dono do botequim se dirige a D’us, diz “Le’Chaim” e toma uma dose de bebida. Aí, diz: “D’us, você me perdoa por tudo que eu fiz de errado com o Senhor ao longo do ano e eu O perdoo por tudo de mal que o Senhor fez comigo ao longo do ano”. Essa história pode fazer as pessoas sorrirem, mas é algo sério.

Cada um de nós falha contra D’us ao longo da vida, mas todos nós temos, também, nossas chateações e ressentimentos em relação a Ele. Às vezes, brigamos com D’us, mesmo quando certas coisas acontecem em nossa vida que não têm nenhuma ligação com Ele.

Por exemplo, brigamos com alguém na sinagoga, e deixamos de frequentá-la, ou algo não ocorre como esperávamos e deixamos de colocar Tefilin. Em certos casos, porém, é justificado o sentimento de que D’us nos desapontou. Muitos de nós carregamos esse tipo de sentimento, principalmente, quando coisas difíceis acontecem ao longo do ano. Infelizmente, esse tipo de sentimento negativo acaba tomando conta de nosso coração.


Yom Kipur é o período do ano em que devemos livrar-nos desse tipo de sentimento. Yom Kipur – e os dias que antecedem essa data – é a época do ano para abrir um espaço para D’us em nossa vida, mesmo se acharmos que Ele “não merece”: mesmo se acreditamos que Ele não foi “tão bom” conosco no ano que se passou.

Muitas pessoas pensam, “Fiz tantas coisas boas e como é possível que D’us permitiu que tal coisa ruim acontecesse comigo ?”. Na realidade, nenhum de nós tem noção da Contabilidade Celestial e do que é, de fato, bom ou ruim para nós. De qualquer forma, vale ressaltar que mesmo esse tipo de ressentimento contra D’us é uma grande mostra de fé. Pois nós não nos zangamos com alguém em quem não acreditamos, tampouco nos chateamos com alguém de quem não esperamos nada de bom. As pessoas se chateiam com D’us porque acreditam Nele e esperam que Ele faça apenas o bem. Portanto, decepcionar-se com D’us é um sinal de grande fé, tanto na existência como na bondade infinita Dele.

Mas apesar desses sentimentos serem um sinal de fé, precisamos removê-los do nosso coração, pois eles obstruem nosso caminho e nossa felicidade. Sentimentos de dor, raiva e ressentimento, mesmo que totalmente justificáveis, são um grande obstáculo para tudo de bom na vida. Sentir raiva é o mesmo que tomar um copo de veneno e desejar que outra pessoa morra. Quem se prejudica é quem sente raiva – não o objeto da raiva. Como então, lidar com a dor, principalmente quando ela é profunda? A forma de lidar com a dor é tentar enxergar as coisas de forma diferente.

Yom Kipur é o dia de lembranças. Nesse dia, lembramo-nos de Amalek (o arqui-inimigo histórico do Povo Judeu), do mal, do Holocausto, das perseguições, dos 10 mártires que foram assassinados por Roma. Em Yom Kipur, lembramo-nos de nossos entes queridos que não mais estão entre nós. Quando nos lembramos desses entes queridos, podemos lembrar a dor causada pela perda e pela ausência ou podemos nos lembrar dos momentos alegres com eles. Quando se recita o Hashkabah  ou Yizkor1 em Yom Kipur e lembramos as almas que partiram deste mundo, devemos nos lembrar dos momentos preciosos que passamos com elas e do privilégio de as termos tido entre nós.

O Midrash nos ensina o seguinte: Quando Moshé Rabenu ensinou ao Povo de Israel o verso da Torá, “Lembre-se o que Amalek fez quando você saiu do Egito”, o povo disse a ele: “Moshé, nosso mestre. Um verso da Torá afirma, ‘Lembre-se o que Amalek fez para ti’. Outro verso diz: ‘Lembre-se do dia do Shabat para santificá-lo’. Como se cumprem ambos os versos? Um nos ordena lembrar e o outro, também. Moshé respondeu: “Um copo de vinho não é o mesmo que um copo de vinagre, mas esse é um copo e aquele também é um copo. Há a lembrança do Shabat e a lembrança de Amalek”.

Esse Midrash contém lições profundas. O vinagre é um derivado do vinho, mas este é doce e aquele é azedo. Ambos, o vinho e o vinagre, advêm da uva e ambos são bebidos em um copo. Na vida, temos a opção de beber um copo de vinho ou de vinagre. Tudo depende de como enxergamos as coisas, como lidamos com as lembranças. Isso é uma lição muito importante para esta e para as futuras gerações de judeus. Evidentemente, elas precisam aprender sobre a dor que nosso povo passou, as perseguições, o Holocausto. Mas também precisam aprender que o judaísmo é um copo de vinho e não de vinagre.

Quando o pai traz o filho à sinagoga, deve ser não apenas em Yom Kipur, mas em Simchat Torá também, para que o filho aprenda que o judaísmo não se restringe a orações e jejuns, mas é, também, um modo de vida baseado na alegria. De fato, um dos fundamentos da Torá é o mandamento de servir a D´us com alegria. Mas para poder viver com alegria, precisamos aprender a perdoar. Precisamos perdoar a D’us, as outras pessoas e a nós mesmos.

Uma história verídica


Cabe relatar uma história verídica, que expressa as ideias transmitidas acima.

Em certa ocasião, um judeu religioso, um rabino, estava viajando pela British Airways para Nova York. Ao lado dele, estava sentado um homem que, após o avião decolar, vira-se para ele e diz “Shalom”, e revela, também, ser judeu. Ambos passam a conversar e descobrem que ambos estão a caminho de Israel.

O rabino, que estava viajando para passar Rosh Hoshaná e Yom Kipur em Israel, começa a falar de religião, mas o judeu sentado ao lado dele diz “Não me fale de D’us. Tenho raiva Dele. Não posso perdoá-Lo pelo o que Ele me fez”. Este homem, que tinha 70 anos de idade, havia passado pelo Holocausto. Ele teve um filho, mas tinha sido separado dele durante a guerra e presumia que havia morrido. Disse ao rabino que nunca perdoaria D’us por lhe ter tirado seu filho.

O rabino pergunta: “Por que então você vai a Israel?”, e o homem responde, “Não quero saber de D’us, mas o Povo Dele é ótimo. Não existe lugar no mundo como Israel”. O rabino tenta convencer o homem a ir à sinagoga, em Israel, durante as Grandes Festas – diz que a sinagoga que frequenta em Israel é pequena, mas possui um ótimo chazan”. O homem se recusa.

Dias mais tarde, o rabino está em Israel. É Yom Kipur. Após a leitura da Torá, ele sai da sinagoga, durante o curto intervalo em que é recitado o Yizkor. Ele vai a uma pracinha e nota que há alguém fumando: é o seu amigo da viagem. Ele se aproxima dele e tenta convidá-lo à sinagoga. “Venha rezar um pouco,” diz o rabino. Mas o homem se recusa. O rabino diz o seguinte, “Pelo menos entre para recitar o Yizkor pelo seu filho. Sim, você brigou com D’us, mas por que seu filho deveria sofrer por isso? Todos serão lembrados no Yizkor – seu filho deveria ser um deles”. O homem responde que por seu filho faria tudo, inclusive ir à sinagoga para o Yizkor.

Era uma sinagoga pequena. E por ser pequena, havia o costume de que quem quisesse, podia ir ao chazan, dar o nome do falecido e o próprio chazan recitava o nome da pessoa cuja memória seria lembrada. Ao entrar na sinagoga, esse senhor se aproxima do chazan que lhe pergunta o nome do filho. Quando o chazan ouve o nome, ele olha para esse senhor, fica pálido e grita em iídiche: “Pai!”
Durante muitos anos, esse senhor pensou que seu filho havia morrido no Holocausto. Na realidade, seu filho havia sobrevivido, imigrara para Israel e se tornara um judeu religioso. Ele manteve as tradições que aprendeu com o pai – a mesma pessoa que desde a guerra não queria mais se relacionar com D’us. Se o pai nunca tivesse entrado em uma sinagoga em Yom Kipur – se não tivesse dado essa “brecha” para D’us – ele passaria o restante da vida acreditando que seu filho havia morrido. No momento em que ele deu uma chance a D´us e entrou na sinagoga em Yom Kipur, mesmo que fosse apenas para recitar Yizkor pelo seu filho, ele reencontrou aquilo na vida de mais caro, que ele acreditava ter perdido.


Essa história, além de verídica, serve também como metáfora. O pai da história é D’us e todos nós somos Seus filhos. Yom Kipur é o dia em que nos reencontramos: em que Ele e nós descobrimos que Ele não nos perdeu. Yom Kipur é o dia em que vamos à sinagoga para dizer a D’us que ainda estamos juntos e que assim continuaremos, eternamente. Mas como na história relatada acima, esse nível de ligação e conexão com D´us só é alcançado quando retiramos de nós sentimentos negativos contra Ele, contra outras pessoas e contra nós mesmos.

Yom Kipur é o dia mais sagrado do ano. É o momento em que se revela a essência de nossa alma. Nesse dia, revela-se o nível de conexão essencial que existe entre nós e D’us. Nesse dia do Perdão não interessa o que fizemos, e sim, o que somos. Ao tomarmos consciência de quem somos, torna-se possível expressar a essência do nosso ser.

Por que as pessoas que não vão à sinagoga o ano inteiro fazem questão de ir em Yom Kipur? Há judeus que praticamente não cumprem nenhuma mitzvá, mas jejuam em Yom Kipur. A única explicação é que em Yom Kipur, o dia mais importante do ano, revelamos quem, na verdade, somos. Nesse dia, é revelado que nossa conexão com D’us é atemporal e independente de nossas ações. Em Yom Kipur, nós nos sentimos conectados com D’us, com a comunidade judaica e também com as almas dos falecidos. É na sinagoga que recitamos o Yizkor e nos lembramos dos falecidos, porque no Mundo da Verdade, as almas desejam ser lembradas em um lugar sagrado – na sinagoga. Yom Kipur é, portanto, um dia de amor: amor a D’us e amor às outras pessoas – as que se encontram conosco e as que estão no Mundo da Verdade.

Sabe-se que quando um pai deseja fazer uma festa de aniversário, ele quer que todos os seus filhos estejam presentes, independentemente de onde vivam. Se todos os filhos não puderem comparecer, o pai prefere que não haja festa. Yom Kipur é o dia em que nosso Pai deseja que todos os Seus filhos venham à sinagoga. É por esse motivo que antes de se iniciarem as orações em Yom Kipur, o chazan recita uma frase, “Anu Matirim”, afirmando que todos, mesmo aqueles que cometeram grandes pecados e renunciaram ao judaísmo, podem rezar juntos na sinagoga naquele dia. Pois nesse momento, o Pai convoca todos os Seus filhos. Ele não quer apenas alguns deles – os que se comportaram bem. Ele quer todos eles.

Em Yom Kipur, recita-se o “Avinu Malkenu” – “Nosso Pai, nosso Rei”. O Baal Shem Tov transmitiu um ensinamento a respeito dessa prece, que nos ajuda a ter uma percepção bastante diferente a respeito do Yom Kipur. De fato, é um dia em que somos julgados. Por que, então, é um dia de tanta alegria, felicidade e união? 

Porque o Juiz é o nosso Pai. Diz-se que nunca se sabe o que pode sair da cabeça de um juiz, mas se o Juiz é o próprio Pai, podemos ficar tranquilos. D’us é nosso Rei, que nos julga, mas antes de ser Rei, Ele é Pai. Por esse motivo, falamos Avinu Malkenu, não Malkenu Avinu. E um pai é sempre misericordioso e bondoso com seus filhos.

Yom Kipur é o Dia da Expiação, o Dia do Perdão. Pedimos perdão a D’us e perdoamos aos outros, mas só podemos perdoar a D’us quando sabemos que Ele é nosso Pai, pois quando é nosso Pai quem fala, ouvimos apenas bênçãos.

Rabino Gabriel Aboutboul é um renomado palestrante, autor e rabino atuante no Rio de Janeiro.

SETEMBRO 2015 - ED. 89
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COACHING QBLH

Com muita satisfação que inciaremos em Setembro de 2015 o nosso ciclo de palestras sobre Coaching Kabbalah com o Tema Como Viver Melhor, esse estudo será a iniciação para aqueles que buscam o sentido da vida para uma grande mudança pessoal e coletiva.


Por meio de um sistema antigo de aproximadamente 4.000 anos estaremos propondo uma técnica de leis universais que encontramos nas Escrituras Sagradas, leis essas espirituais e físicas que iram mudar a sua vida e o universo que você vive.

Com certeza após você terá contato com os mundos superiores e inferiores; você encontrara a satisfação de viver em harmonia consigo e com os seus semelhantes; em equilíbrio com as leis universais.

Trataremos de estudar um método chamado QBLH que significa "receber/instrução" que teve seu inicio com Abraão e depois transmitido pelos patriarcas, chegando a nós depois muito tempo estado em oculto. Essas leis universais foram transmitido através da Torah "instrução oral" que foi vivida e revelada na pessoa de Yeshua Hamashiah e que seus Talmidim "discípulos" transmitiram a nós por meio da revelação escrita a Tanakh - as Sagradas Escrituras.

Convidamos você a unir-se a nós nesse período de estudos da Torah. Com certeza sua vida ira mudar e você ira mudar o mundo onde você vive.

Aproveite a inscrição é gratuita. Vagas limitadas a um numero bem restrito.

Contatos:
Skype, Facebook, Whatsapp ou e-mail
019 - 996475907 - khalebbueno@hotmail.com
com Rav Khaleb Bueno

GAMAR l - “Crescer”, “ver” e “ir adiante”

PARASHAT HASHAVUÁ, Setembro - 2014
por Rav Khaleb Bueno

GAMAR l - “Crescer”, “ver” e “ir adiante”

A TANAKH nos mostra que tudo no Universo nasce, cresce e vai adiante, nos seres humanos devemos seguir esse ciclo evolutivo.

Móshe (retirado das águas) um Hebreu, mostrou como é crescer no meio de uma povo escravizado por pessoas que não professam ao mesmo D-s. Móshe, cresceu e viu seu povo sendo escravizado. Móshe, tinha um designo divino para libertar seu povo. Móshe, cresceu e foi adiante em seu propósito de ser usado pelo Eterno.

O Criador criou você e eu com um propósito para nossa existência, para nossa época e para marcar gerações. O desejo do Criador é que cresçamos em nossa vida e vejamos o mundo a nossa volta. 
Crescer e evoluir faz parte da Torah. Ir adiante faz parte da nossa essência. Temos que crescer em todas as áreas em nossa vida, seja, na alma, na mente e no espírito. Nosso Ser Humano pode evoluir espiritualmente.

Para isso, precisamos ver as Halakha (palavras – mandamentos) para a nossa convivência com o Eterno e sua criação.

Hoje, no inicio dessa shavuá (semana) possamos dizer Shamati (eu ouvi) e a colocarei em pratica a Sua vontade. Para nós os Hebreus colocar em ação uma ordem é obedecer, o que resulta em progresso. Não adianta decorar as ordenanças sem agir de acordo com elas. Isso seria como estar morto. O correto é ouvir e ver qual é a vontade do Hashem com seus planos para nós.

Você pode crer que a vontade principal do Criador é que você cresça ao ver que o mais importante mesmo no meio que caos você esteja vivendo, a ordem é ir adiante.

Ir adiante implica numa ação de progresso, obediência a sua Halakha (Palavra). A Kabbalah (Revelação) dessa shavuá (semana) é evoluir. Ir adiante mesmo que a pressão desse mundo e a opressão de seus adversários te desanimam ao ponto de você se permitir permanecer escravizada a um sistema faraônico ao invés de viver a essência da liberdade do Eterno. Hoje, Hashem (Senhor) ordena vá adiante do que é terreno, busque o que é Eterno e você sentirá a vida correr pela sua mente, alma e espírito.

Diga Shamati (eu ouvi) o Criador e quero obedecer a sua Halakha, para crescer e viver como seu povo sendo tirado dessas águas faraônicas que escravizam e sufocam impedindo o progresso de evoluir, e ir adiante ao proposito de servir ao Eterno e restaurando a alma egoísta e desobediente.

Crescer é ver a necessidade de ir adiante... no processo de evoluir-se como Ser Humano... temente ao Criador e obediente a Sua vontade... uma alma altruísta... livre, num mundo faraônico e escravizador.


Móshe fez isso perdeu seu trono, sua autoridade e segurança. Foi adiante, cresceu, evoluiu. Sim perdeu seu trono terreno. Mas, ganhou sua imortalidade. Seguiu seu desígnio, foi obediente ao seu chamado Divino.  Cresça, veja ao seu redor, vá adiante do que é terreno.

B'RIT MILÁ



POR QUE FAZER B'RIT MILÁ

O B'rit é um símbolo físico do relacionamento entre D’us e o povo judeu. É um lembrete constante daquilo que a missão judaica acarreta (um lembrete de que os homens precisam mais que as mulheres). Vejamos alguns detalhes:


Se D’us deseja a circuncisão, por que não nascemos circuncidados?
D’us criou o mundo imperfeito, e nos deu a missão de aperfeiçoá-lo. D’us criou o trigo, os seres humanos fazem o pão. D’us criou a selva, os seres humanos criaram a civilização. A matéria prima nos é dada, e devemos usar nossa engenhosidade para melhorar o mundo onde nascemos. Isso é simbolizado pelo brit – nascemos incircuncidados, e cabe a nós “terminar o trabalho”. Isso também é verdadeiro metaforicamente. Todos nós temos instintos e tendências naturais que são inatos, mas precisam ser refinados. “Eu nasci dessa maneira” não desculpa o comportamento imoral – devemos podar os traços negativos, não importa o quanto sejam inatos.

Por que D’us escolheria a circuncisão para representar algo sagrado? 
A espiritualidade judaica torna o mundo físico sagrado. Nossa maneira de comer, dormir, trabalhar e procriar deve ser imbuída com a mesma santidade com a qual rezamos; nossos lares devem ser tão santificados quanto nossas sinagogas. Encontramos D’us na terra assim como (e talvez mais) que nos céus. Portanto colocamos um sinal no órgão mais físico e potencialmente mais baixo, para dizer que ele pode e deve ser usado de maneira sagrada. Na verdade, é na sexualidade que podemos tocar a parte mais profunda da nossa alma, quando a abordamos com santidade.

Por que circuncidar um bebê? A declaração não seria mais poderosa se fosse feita por um adulto amadurecido?
A circuncisão é realizada quando a criança ainda não tem consciência do que está acontecendo. Isso porque a conexão judaica com D’us é intrínseca – se nossas mentes acreditam ou não em D’us, se nossos corações amam ou não a D’us, nossas almas conhecem a D’us. Nós podemos entrar no pacto com D’us mesmo sem estarmos cônscios d’Ele, porque subconscientemente nós já O conhecemos.


Por que especificamente no oitavo dia?
O número sete representa a natureza – sete dias da semana, sete cores do arco-íris, sete notas musicais; o número oito é o número que sobrepuja sete, e assim representa o miraculoso, que está além da natureza. 

Fazemos o brit no oitavo dia porque o povo judeu sobrevive de milagres. Nossa história desafia as leis da natureza. Recepcionamos um novo menino judeu a esta miraculosa existência no oitavo dia de sua vida, como para expressar: “Espere milagres!”

TEHILLIM 3:6-7


PONDERANDO NO MEU DIVÃ (chuveiro) SOBRE:


"Deito e durmo, e de novo desperto, porque Adonai me sustenta. Não temo as dezenas e milhares que se puseram contra mim por todos os lados." TEHILLIM 3:6-7 - TANAKH


Em momentos de adversidades e perseguição onde nosso espírito fica abatido e muitas vezes desanimados, devemos confiar (ter fé) que o Eterno estará conosco e nos sustentará. As Sagradas Escrituras afirma que devemos confiar que D-s é o nosso Redentor e está vivo, é Yeshua o nosso Salvador e libertador, confie nessa manhã que o próprio Adonai vem ao seu socorro... Espere em HaShem... com certeza saberá cuidar dos nossos adversários sempre...

Shalom Rav 2013
Shabbat 05.01.2013