BEM VINDO SHALAM

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QUEM É ALLAH?

Alguns dos maiores equívocos que muitos não-muçulmanos cometem sobre o Islã têm a ver com a palavra “Allah.”  

Por várias razões, muitas pessoas passaram a acreditar que os muçulmanos adoram um Deus diferente dos cristãos e judeus.  Isso é totalmente falso, uma vez que “Allah” é simplesmente a palavra árabe para “Deus” – e só existe Um Deus.  

Para que não haja dúvidas, os muçulmanos adoram o Deus de Noé, Abraão, Moisés, Davi e Jesus – que a paz esteja sobre todos eles.  Entretanto, é certamente verdade que os judeus, cristãos e muçulmanos têm conceitos diferentes de Deus Todo-Poderoso.  

Por exemplo, os muçulmanos – como os judeus - rejeitam as crenças cristãs da Trindade e da Encarnação Divina.  

Isso, entretanto, não significa que cada uma dessas três religiões adore um Deus diferente - porque, como já dissemos, existe apenas Um Verdadeiro Deus.  

O Judaísmo, o Cristianismo e o Islã reivindicam ser “Fé Abraâmicas”, e todas elas são classificadas como “monoteístas.”  

Entretanto, o Islã ensina que outras religiões têm, de um jeito ou de outro, distorcido e anulado uma crença pura e correta em Deus Todo-Poderoso ao negligenciar Seus ensinamentos verdadeiros e misturá-los com idéias feitas pelo homem.

Primeiro, é importante notar que “Allah” é a mesma palavra que os cristãos e judeus que falam árabe usam para Deus.  

Se você pegar uma Bíblia árabe, você verá a palavra “Allah” sendo usada onde “Deus” é usado em português.  Isso é porque “Allah” é a palavra em língua árabe equivalente a palavra em português “Deus” com “D” maiúsculo.  

Adicionalmente, a palavra “Allah” não pode ter plural, um fato que anda de mãos dadas com o conceito islâmico de Deus.

É interessante notar que a palavra aramaica “El”, que é a palavra para Deus na língua que Jesus falava, é certamente mais semelhante em som à palavra “Allah” do que a palavra em português “Deus.”  

Isso também é verdadeiro para as várias palavras hebraicas para Deus, que são “El” e “Elah”, e a forma plural ou glorificada “Elohim.” 

A razão para essas similaridades é que o aramaico, o hebraico e o árabe são todas línguas semitas com origens comuns.  

Também deve ser notado que ao traduzir a Bíblia para outros idiomas, o palavra hebraica “El” é traduzida de várias formas como “Deus”, “deus” e “anjo”!  

Essa linguagem imprecisa permite que tradutores diferentes, baseados em suas noções pré-concebidas, traduzam a palavra para adequá-la às suas próprias opiniões.  

A palavra árabe “Allah” não apresenta essa dificuldade ou ambiguidade, uma vez que é usada somente para Deus Todo-Poderoso.  

Adicionalmente, em português, a única diferença entre “deus”, significando um deus falso, e “Deus”, significando o Único Verdadeiro Deus, é o “D” maiúsculo.  

Devido aos fatos mencionados acima, uma tradução mais precisa da palavra “Allah” em português seria “O Único Deus” ou “O Único Verdadeiro Deus.”

O que é mais importante, deve também ser notado que a palavra árabe “Allah” contém uma mensagem religiosa profunda devido à raiz de seu significado e origem. 

É porque ela deriva do verbo árabe ta’allaha (ou alaha), que significa “ser adorado.”  

Portanto, em árabe, a palavra “Allah” significa “O Único merecedor de toda adoração.”  Isso, em poucas palavras, é a mensagem de Monoteísmo Puro do Islã.

É suficiente dizer que apenas porque alguém clama ser um judeu, cristão ou muçulmano “monoteísta” não o impede de incorrer em crenças corruptas ou práticas idólatras.  

Muitas pessoas, incluindo alguns muçulmanos, reivindicam crença em “Um Deus” mesmo incorrendo em atos de idolatria.  

Certamente, muitos protestantes acusam os católicos romanos de práticas idólatras em relação aos santos e à Virgem Maria.  

Da mesma forma, a Igreja Ortodoxa Grega é considerada “idólatra” por muitos outros cristãos porque em muitas das suas adorações eles usam ícones.  

Entretanto, se você perguntar a um católico romano ou a um grego ortodoxo se Deus é “Um”, eles invariavelmente responderão: “Sim!.” Essa afirmação, entretanto, não os impede de serem idólatras “adoradores de criaturas”.  

O mesmo serve para os hindus, que apenas consideram seus deuses como “manifestações” ou “encarnações” do Único Deus Supremo.

Antes de concluir... existem algumas pessoas, que obviamente não estão do lado da verdade, que querem que as pessoas acreditem que “Allah” é algum “deus” árabe, e que o Islã é completamente “outro” – significando que não tem raízes comuns com outras religiões abraâmicas (ou seja, Cristianismo e Judaísmo).  

Dizer que os muçulmanos adoram um “Deus” diferente porque eles dizem “Allah” é tão ilógico quanto dizer que os franceses adoram outro Deus porque eles usam a palavra “Dieu”, que os que falam espanhol adoram um Deus diferente porque dizem “Dios” ou que os hebreus adoravam um Deus diferente porque às vezes O chamavam “Javé.” 

Certamente, esse tipo de raciocínio é muito ridículo!  Também deve ser mencionado que reivindicar que qualquer idioma usa a única palavra correta para Deus é equivalente a negar a universalidade da mensagem de Deus para a humanidade, que foi para todas as nações, tribos e povos através de vários profetas que falavam línguas diferentes.

Nós gostaríamos de perguntar aos nossos leitores sobre os motivos dessas pessoas.  

A razão é que a Verdade Suprema do Islã se baseia em solo firme e sua crença inabalável na Unicidade de Deus está acima de repreensão.  

Por essa razão os cristãos não podem criticar suas doutrinas diretamente, e ao invés disso fabricam coisas sobre o Islã que não são verdadeiras para que as pessoas percam o desejo de aprender mais.  

Se o Islã fosse apresentado da maneira correta para o mundo, certamente poderia fazer muitas pessoas reconsiderarem e reavaliarem suas próprias crenças.  

É muito provável que quando descobrirem que existe uma religião universal no mundo que ensina às pessoas a adorarem e amarem Deus, enquanto praticam o Monoteísmo Puro, sintam que devam ao menos reexaminar as bases de suas próprias crenças e doutrinas.

Fonte: Of Islam 

Campinas, SP
Rev Khaleb Bueno 
Psicoteologo

COMO SE PREPARAR PARA O SHABAT


Por Lori Palatnik

Seu manual para preparar e organizar um Shabat sensacional:

Preparar-se para o Shabat é uma questão de aprendizado e experiência, que, por sua vez, se tornam tão naturais como respirar. Leia tudo, e encontre o ritmo mais apropriado para você.

Durante a semana
1 – Planeje o cardápio do Shabat no início da semana. Se terá convidados, informe-se se eles têm restrições de saúde ou de dieta.

2 – Faça uma lista do que comprar e do que fazer, e risque os itens à medida que os cumprir.

3 – Faça as tarefas "pesadas" no começo da semana. Deixe somente a limpeza leve para a sexta-feira.

4 – Se você tiver algum tempo livre com as mãos (um telefonema longo, crianças brincando sossegadas), examine grãos, peneire farinha, etc. Coloque-os numa sacola e congele.

5 – Dobre a receita para chalá, bolos, kuguels, gefilte fish. Use metade numa semana e congele a outra metade. Etiquete cada item.

6 – Dê tarefas para cada um dos seus filhos, que serão feitas em honra ao Shabat.

Faça uma pré-lista "antes do Shabat" para assegurar que todas as tarefas estão prontas na hora do acendimento das velas. Esta lista pode incluir qualquer um, ou todos, os itens da seguinte relação:

Luzes e Eletricidade

Iluminação ambiente. Como o Shabat deve ser um "deleite", assegure-se que sua casa está confortável. Deve haver luz suficiente, portanto decida quais luzes vão ficar acesas e quais estarão apagadas.

Temporizadores: Você pode usar "timers" para que as luzes se acendam e apaguem automaticamente durante todo o Shabat. Existem temporizadores simples nos quais se plugam as lâmpadas, encontrados em lojas de ferragens ou de departamentos, e são bastante acessíveis. Programe-os para desligar às 11:30 da noite de sexta-feira (dependendo do seu horário de dormir) e para acenderem ao anoitecer do Shabat, cerca das 5 da tarde ou quando começar a ficar escuro.

Para candelabros, timers de parede podem ser facilmente instalados nos interruptores de luz.

Interruptores. Muitas pessoas colocam um pedaço de fita adesiva sobre os interruptores em áreas de muito tráfego como banheiros, para que não ocorra o acende-apaga involuntário. Livrarias judaicas vendem capas decorativas especiais para interruptores.

Geladeira – A luz mais importante é a da geladeira e/ou freezer. Desatarraxe a lâmpada interna, para que fique apagada durante todo o Shabat. Caso contrário, abrir a geladeira será o mesmo que acender uma lâmpada, o que não é permitido no Shabat.

Termostato – Coloque o ar condicionado ou aquecimento na temperatura desejada.

Ventiladores – Eles podem ser movidos sem desligá-los durante o Shabat, mas não podem ser ligados ou desligados, portanto programe os níveis antes do Shabat. Faça o mesmo com umidificadores.

Comida

Preparo. Na tarde de sexta-feira, prove a comida. Se você provar a comida antes do início do Shabat, aguçará seu apetite para o banquete!

Complete. Todo o cozimento foi completado? Tudo que deve permanecer quente (num blech ou panela de cozimento lento) deve ser cozido antes do começo do Shabat. Embora saladas frias geralmente possam ser preparadas no Shabat, é melhor ter tudo pronto de antemão. E também: abra todas as latas, garrafas e recipientes de comida.

Bandeja de aquecimento. Não é permitido cozinhar no Shabat, mas manter comida cozida aquecida durante o Shabat (e em alguns casos, aquecer comida pronta que esteja fria) é não apenas permitido, como considerado parte da mitsvá de fazer do Shabat um deleite.

No entanto, como há uma possibilidade de que a pessoa ajuste os controles para regular o grau de calor que atinge a comida, é preciso um lembrete de que isso não é permitido no Shabat. Uma bandeja de aquecimento elétrico é boa para isso; outros cobrem a parte de cima do fogão com uma blech (um simples pedaço de folha de metal). É colocado, antes do Shabat, sobre os quatro queimadores. geralmente um ou dois queimadores são deixados em chama baixa por baixo, e a comida que você deseja servir quente naquela noite (ou no dia seguinte) é colocada sobre a blech para aquecimento lento até estar pronta para ser usada. Também é uma boa ideia aquecer a comida 30 minutos antes do Shabat, para que todos os pratos estejam quentes antes de colocá-los na blech para aquecer. 

A beleza de uma blech é que você pode mover a comida sobre ela, para mais longe ou mais perto da fonte de calor, dependendo do grau de aquecimento que você deseja. Por exemplo, se você tem uma sopa de legumes numa panela sobre a blech e serviu sopa para a refeição da noite de sexta-feira, e deseja servi-la para o almoço do dia seguinte, simplesmente deixe-a sobre a blech, ligeiramente fora da área de calor direto. Assim, a sopa permanecerá quente sem ferver. Para leis mais detalhadas, veja nosso Guia das Leis do Shabat.

Técnica do forno. Se você não deseja usar uma blech, ou tem muita comida para acomodar sobre o fogão, pode usar o interior do forno da seguinte maneira:

Aqueça a comida preparada com antecedência no forno (15 a 30 minutos). Se você vai servir esta comida na noite da sexta-feira, pode ter pelo menos 1 hora de atraso entre o acendimento das velas e a hora em que realmente se senta para comer (sem contar as preliminares: canções, kidush, ablução, aperitivos, e assim por diante).

Para poder servir a comida quente, eis uma boa dica: programe o período de reaquecimento de 15 a 30 minutos pouco antes do acendimento das velas. No último minuto, coloque uma chalá embrulhada em alumínio no forno com o restante da comida, feche o forno e aumente o calor ao máximo por um minuto. Então desligue. Não abra o forno até que você esteja pronta para servir a comida.

Tudo que está lá dentro permanece quente, se bem embrulhado para assegurar a mínima perda de calor. É também uma boa ideia preparar sua refeição com molhos, para que não seque. Se vai servir legumes quentes, cozinhe-os um pouco menos do que deveria, porque este período de aquecimento fará a maior parte do cozimento. 

Panela de cozimento lento. Pode ser usada em vez de, ou além de, uma blech. A sopa ou cholent podem cozinhar sem trabalho nessas "panelas". Como um lembrete de que não cozinhamos no Shabat, cubra os controles com papel alumínio.

Vasilha de água ou garrafa térmica grande. Como não se pode ferver água (que é cozinhar no Shabat, use uma vasilha com água quente, do tipo que se vê em festas, que será ligada antes do Shabat e manterá a água quente durante todo o Shabat. Ou use uma garrafa térmica grande que foi enchida com água quente antes do Shabat, ou simplesmente uma panela grande que manterá a blech aquecida.)

Com uma vasilha de água quente, é fácil preparar café ou chá. Apenas encha uma caneca ou xícara com água quente, e derrame aquela água numa segunda caneca onde você acrescentará café ou chá instantâneo. O motivo para usar a caneca intermediária é esfriar ligeiramente a água para que você não transgrida a lei contra cozinhar no Shabat. 

Se preferir usar a garrafa térmica, não é necessário usar uma caneca intermediária, pois a água já foi derramada da chaleira para a térmica, um ato que tem o mesmo objetivo. Apenas certifique-se de ferver a água antes do Shabat e encher a garrafa térmica. 

Lavagem de louça. Como você não pode usar a torneira de água quente (por causa da proibição de cozinhar, visto que a água quente retirada do tanque de água quente é substituída por água fria, que então se torna quente), há um bom truque para ter água quente para lavar a louça: pouco antes do acendimento das velas, encha uma pia da cozinha com água quente. Coloque detergente na água e cubra a pia com papel alumínio. Após o jantar (mesmo que seja horas depois), retire o papel alumínio e, veja só, água quente para lavar tudo! 

Atmosfera

Pronta. Algumas pessoas gostam de cobrir a mesa com uma toalha especial para o Shabat mais cedo, bem como colocar as velas e a chalá sobre a mesa com antecedência para introduzir uma atmosfera de Shabat. 

Limpeza. Algumas pessoas lavam o chão, aspiram os tapetes, tomam banho, vestem roupas especiais e trocam os lençóis da cama – tudo em homenagem ao Shabat.

Flores. É um belo costume comprar flores para adornar a mesa do Shabat. Devem ser colocadas na água antes de o Shabat começar. As plantas também devem ser regadas, se necessário, com antecedência.

Castiçais. É bom ter castiçais especiais para acender as velas, especialmente se houver alguns que sejam herança de família. Porém se não os tiver, acenda as velas nas costas de um pires. É bom ter castiçais extras para os convidados acenderem.

Dê polimento aos castiçais de prata e taças de kidush, colocando-os sobre uma toalha de mesa branca para dar à casa uma linda atmosfera de Shabat.

Devara Torá. Reserve uma hora na noite da quinta-feira ou da sexta para revisar a porção semanal da Torá, e prepare algumas palavras que possam iniciar uma conversa sobre algum tópico espiritual relevante.

Maquiagem. Toda a maquiagem deve ser aplicada antes do início do Shabat, pois cai sob a proibição de "tingir". Existe maquiagem especial para o Shabat que pode ser usada (pó, sombra para os olhos, etc.).

Muktzah (literalmente, "deixar de lado"). Existem coisas que não têm utilidade no Shabat, e portanto não devem ser manuseadas, por exemplo: dinheiro, canetas, Smartfones. Coloque estes itens fora de alcance, para não usá-los. Algumas pessoas têm uma "gaveta muktzah", na qual as coisas são colocadas no último instante.

E também: desconecte o telefone, guarde (ou cubra) a torradeira, telefone, aparelho de som, etc.

Brinquedos. Crayons, massa de modelar, tesouras, etc., não devem ser usados pelas crianças no Shabat. Guarde-os para evitar problemas.

Telefonemas de última hora. Ligue para alguém e deseje "Bom Shabat!" – "Shabat Shalom!"

Detalhes

Lenços de cabeça. Quando uma mulher casada acende velas, é correto cobrir a cabeça ao dizer a bênção. Portanto, tenha echarpes bonitas à mão para si própria e as convidadas.


Kipot. Homens e meninos usam kipá à mesa do Shabat, portanto é simpático ter algumas extras à mão, caso os convidados não as tragam.

Copo de kidush. É bom ter um copo especial para fazer o kidush. Pode ser uma taça de prata, ou um belo copo de vinho, ou algo desse tipo. O copo deve ter a capacidade mínima de 100 ml.

Copos pequenos de kidush. Após a bênção sobre o vinho, este é servido em copos menores que são passados a todos sentados à mesa. Conjuntos (de prata ou vidro) podem ser comprados em lojas de artigos judaicos, ou simplesmente os substitua por copos plásticos.

Copo para ablução. Dois copos com alças, adquiridos em lojas de artigos judaicos. Canecas ou copos grandes podem ser substitutos de última hora.

Cartaz ou Folheto para ablução. Você pode imprimir um cartaz em hebraico com a bênção para lavar as mãos. Simplifica o processo da ablução e ajuda aqueles que não sabem a bênção.

Tábua para chalá. Há tábuas e facas de pão feitas especialmente para a mesa do Shabat, geralmente de madeira de oliva ou pedra. Pode usar qualquer tipo de tábua de cortar.

Cobertura para chalá. Pode ser um bonito guardanapo, ou uma capa especial para chalá, que é colocada sobre a chalá antes e durante ha-matsi. É um símbolo do orvalho que cobriu o maná que caiu para o povo hebreu no deserto.

Mayim Acharonim. Esta é a "água final" que é passada para lavar a ponta dos dedos. Pode-se usar uma xícara com pires desenhados especialmente para isso, ou use simplesmente uma xícara numa tigela pequena.

Bentchers. Pequenos livros que contêm bênçãos para velas, kidush e Graças Após as Refeições. Muitos bentchers contêm também canções para a mesa do Shabat. É bom ter o suficiente para que cada pessoa use o seu.

Vela de Havdalá. Uma vela trançada é usada para a cerimônia de Havdalá que oficialmente encerra o Shabat. Pode ser comprada em lojas de artigos judaicos em cores decorativas e comprimentos variados. Se você não possui uma, simplesmente use duas velas, colocando os pavios juntos enquanto elas queimam.

Caixa de especiarias. Dentes de alho ou pimenta doce usados na cerimônia da Havdalá podem ser colocados numa caixa decorativa de prata, cerâmica, madeira ou outros materiais (disponíveis em lojas de presentes judaicos). Se você não tiver, use a garrafa na qual veio o tempero.

Jogos completos de havdalá – copo de kidush, castiçal e caixa de temperos – geralmente são adquiridos juntos. Faz um lindo presente!

Lenços faciais. Verifique se há lenços de papel e papel higiênico pré-cortado em todos os banheiros.

Papel alumínio e toalhas de papel. Se você acha que vai precisar de papel filme, alumínio ou toalhas de papel, deve cortá-los antes do Shabat. O papel alumínio pode ser comprado em folhas pré-cortadas numa caixa grande. Para ter um substituto de papel toalha, use guardanapos baratos.

Shabat Shalam

Fonte: Chabad

MOISÉS NO ISLÃ

Moisés
alayhi s-salām - 
(عليه السلام)

Musa (árabe: موسى, translit: Musa, Significado: Árvore de água; c 2076.BH (c 1392. BCE) - c de 1952. BH (c 1272. BCE)), conhecido como Moisés no Bíblia Hebraica, é considerado um profeta, mensageiro, e líder no Islã. 

Na tradição islâmica, em vez de introduzir uma nova religião, Moisés é considerado pelos muçulmanos como ensinar e praticar a religião de seus antecessores e confirmando as escrituras e os profetas antes dele. 

O Alcorão afirma que Moisés foi enviado por YHWH (em árabe: الله Allāh) para o Faraó do Egito e os israelitas para a orientação e advertência. 

Moisés é mencionado mais no Alcorão que qualquer outro indivíduo, e sua vida é narrada e contou mais do que a de qualquer outro profeta. 

De acordo com o Islã, todos os muçulmanos devem ter fé em cada profeta (nabi) e mensageiros (Rasul) que inclui Moisés e seu irmão Aaron ( Harun ). O Alcorão afirma:

E menciona, no Livro, (a história de) Moisés, porque ele foi especialmente escolhido, e ele era um mensageiro (e) um profeta. 

E nós o chamou do lado direito do Monte (Sinai), e fez com que se aproximasse de nós, pois místico (converse). 

E, com a Nossa misericórdia, deu-lhe o seu irmão Arão, (também) um profeta. - Quran, Sura 19 ( Maryam ), Ayat 51-53. 

Moisés é considerado um predecessor profética para Muhammad. 

Geralmente atribuído o conto de Moisés como um paralelo espiritual para a vida de Muhammad, considerando muitos aspectos de suas vidas para ser compartilhado. 

Literatura islâmica também descreve um paralelo entre seus crentes e os incidentes ocorridos em suas vidas. 

O êxodo dos Hebreus do Egito é considerado semelhante à migração (Hijra) feita pelos seguidores de Maomé. 

Moisés também é acreditado por muçulmanos ter prevido a vinda de Maomé, que seria o último profeta. 

Moisés também é muito importante no Islã por ter sido dada a revelação da Toráh, que é considerado um dos verdadeiros Escrituras reveladas em teologia muçulmana, e os muçulmanos em geral afirmam que grande parte da Toráh é confirmado e repetido no Alcorão. 

Além disso, de acordo com a tradição islâmica, Moisés foi um dos muitos profetas Muhammad se reuniram em caso de Mi'raj, quando ascendeu através dos sete céus. 

Na crença muçulmana, Moisés é considerado como tendo instado Muhammad durante sua Mi'raj para reduzir o número de orações até foram apenas cinco restantes, que são considerados como sendo os cinco orações obrigatórias. 

Moisés é mais reverenciado na literatura islâmica, que se expande sobre os incidentes de sua vida e os milagres atribuídos a ele no Alcorão e Hadith, como a conversa direta com Allah.

Shalam e Shalom
Mazel Tov

OMIR DO BRASIL

A Ordem Mundial Inter Religioso (OMIR) é uma aliança global de indivíduos e organizações dedicadas a construir um mundo de paz, um mundo no qual cada um possa viver em liberdade, harmonia, cooperação e co-prosperidade para todos. A OMIR é guiada por uma visão da humanidade sendo uma Ordem global de Allah vivendo segundo os valores universais

Favorecer a aproximação harmoniosa do mundo religioso com todos os agentes do mundo político, acadêmico, cientifico, cultural e da mídia criando oportunidade de dialogo e definir ações cooperativas que contribuam para a Cultura de Paz. 

A OMIR provê um mecanismo em favor dos esforços cooperativos de construção da paz entre representantes governamentais, religiosos, culturais, educacionais e da sociedade civil, todos trabalhando juntos com mútuo respeito e um compromisso compartilhado de cooperação e bom governo.

Os principais objetivos que a OMIR está promovendo:

• A renovação das Nações Unidas;

• Parcerias entre governos, religiões e sociedade civil para estimular um desenvolvimento baseado nos valores universais;
• Uma cultura de paz através da educação, esportes, artes, mídia, e serviço social;
• Uma estrutura para a cooperação inter-religiosa;
• Prevenção e resolução de conflitos;
• Vida familiar forte e amável como uma contribuição pessoal para a paz;
• A educação do caráter ao longo da vida;
• Prevenção à HIV/AIDS e SPA;
• Parcerias para a ajuda humanitária.

A iniciativa de paz no Oriente Médio traz os Seguidores Supremo a Israel, Palestina e Jordânia para promover o entendimento e reconciliação entre os povos de fé abraâmica. Eles visitam lugares de trabalho, adoração e governamentais, participam de diálogos e encontros inter-religiosos e de projetos sociais.

A Iniciativa de paz no nordeste da Ásia está promovendo a reconciliação na península coreana através de ajuda humanitária, contatos pessoais, negócios em parceria e intercâmbios culturais.

Casamentos e famílias de paz duradouras como um meio de reconciliar famílias e nações com uma história de divisão.

Os Seguidores Supremos estão construindo uma rede global de líderes representado a diversidade étnica, racial e religiosa da família humana e todas as disciplinas de empreendimento humano.

Os Seguidores Supremos trabalham nos conselhos da paz nos níveis nacional, regional e global.

Seja um Omir (Seguidor Supremo) em sua região e faça parte desse gruó de Embaixadores pela Paz Mundial.

Maiores inforormações

NOMES DO CRIADOR NA TANAKH



  1. Por desconhecerem a entonação fonética do alfabeto hebraico o judaísmo, refere-se aoCriador de diversas formas diferentes, que representam a concepção judaica sobre a divindade e o relacionamento Dele com o ser humano e com o povo judeu segundo a região. Na Polônia a divindade Deus é lida no modo iídiche e no ocidente o mesmo nome, escrito da direita para esquerda com caracteres hebraicos e alocado ao fonologia romana ou seja qual for o idioma da região em que se encontrarem, Yahweh ou Javé (no hebraico Yahvéh), sendo Yahweh a forma mais comum do tetragrama יהוה.

    O tetragrama - יהוה

    Tem por formas mais comum de pronuncias do tetragrama: Yahweh ou Javé (Yahvéh), sendo Yahweh a forma mais comum do tetragrama יהוה.

    Dentro do judaísmo, o nome mais importante do Criador é o que conhecemos como tetragrama, nome dado às quatro letras que formam o nome da divindade. Este nome é em hebraico יהוה (YHWH), que de acordo com a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo ser . Esta teoria é baseada no Êxodo capítulo terceiro, versículo décimo-quarto, constitui a base do monoteísmo judaico-cristão.

    Devido ao mandamento de não pronunciar o nome do criador em vão, desenvolveu-se entre os judeus um profundo sentimento de reverência para com esta palavra, de forma que a pronúncia correta tornou-se restrita, somente utilizado em ocasiões de extrema solenidade como no dia do Yom Kippur. Em outras ocasiões, pronunciava-se Adonai (meu Amo, meu Senhor) em lugar do nome do Criador. Com o tempo, esta pronúncia perdeu-se e qualquer tentativa de se estabelecer a pronúncia correta é sujeita a discussões diversas.

    A forma reduzida do termo Yah é utilizada como prefixo e sufixo de diversos nomes hebraicos como Yehoshua (Yah no início: Yah + Hoshea),Yermeyahu (Yah no final + u), entre outros.

    Adonai

    A palavra Adonai vem do hebraico אֲדֹנָי, plural da palavra Adon (Senhor, Amo). Esta palavra era utilizada pelos fenícios para o deus pagão Tamuz e era o nome do deus grego Adônis. Os judeus utilizam esta palavra em relação a YHWH no lugar de pronunciar o tetragrama em orações e ocasiões solenes. Coloquialmente, utilizam a palavra HaShem (O Nome) para referir-se ao Criador. Quando os massoretas adicionaram a pontuação vocálica ao texto das escrituras, as vogais de Adonai foram adicionadas ao tetragrama para que se fosse lembrado que deveria ser lido Adonai no lugar do tetragrama. Esta vocalização criou a palavra Yahweh.

    Em português, Adonai é traduzido geralmente como Senhor.

    Ehyeh-Asher-Ehyeh

    O nome Ehyeh (hebraico: אֶהְיֶה) vem da frase אהיה אשר אהיה "ehyeh-asher-ehyeh" (Êxodo 3:14), geralmente traduzida como "Eu sou o que sou".

    EL

    A palavra El aparece em diversas línguas semíticas como o fenício, aramaico e o acadiano. No hebraico אל significa originalmente acima , elevado, alto, e é utilizado para deuses pagãos e para o Criador de Israel, geralmente sendo associado a atributos da divindade como em: El Elyon' ("O mais Elevado"), El Shaddai ("O Elevado Todo-Poderoso"), El Hai ("O Elevado Vivo"), El Ro'i ("O Elevado que Vê"), El Elohe Israel ("Elevado, o Elevado de Israel "), El Gibbor ("O Elevado Forte "). Também é utilizado como sufixo de nomes hebraicos como Gabriel,Daniel, Rafael e outros.

    Em português, El e Elohim são geralmente traduzidos como Deus.

    Elohim

    Termo comum usado nas escrituras hebraicas, Elohim (em hebraico: אלהים) é o plural da palavra Eloah (אלוה), considerado pelos estudiosos judeus como plural majestático (pluralis majestatis) ou de excelência (pluralis excellentiæ), expressando grande dignidade, traduzindo-se por "Elevadíssimo" ou "Altíssimo".

    HaShem

    HaShem (no hebraico: השם) significa O Nome, e é utilizado durante as ocasiões normais da vida cotidiana, enquanto Adonai é utilizado no contexto religioso.1 Este termo não é bíblico, aparecendo a primera vez nos Rishonim (autoridades rabínicas medievais)

    Yah

    O nome Yah é composto das primeiras duas letras de YHWH. Aparece frequentemente em nomes hebraicos, tais como o do Profeta Elias. A expressão Aleluia ou Hallelujah, também é derivado deste, bem como o termo Jah do movimento Rastafári.

    YHWH Tzevaot

    O nome YHWH e o título El-him frequentemente ocorrem com a palavra tzevaot ou sabaoth ("hordas" ou "exércitos", Hebreu: צבאות) como em YHWH Ul-he/Elohe Tzevaot ("YHWH Deus dos Exércitos"), Ul-he/Elohe Tzevaot ("Deus dos Exércitos"), Adonai YHWH Tzevaot ("Senhor YHWH dos Exércitos") e, mais frequentemente, YHWH Tzevaot ("YHWH dos Exércitos"). Veja por exemplo: I Samuel 4:4, I Reis 19:10 e Isaías 3:15.

    Este nome composto ocorre principalmente na literatura profética e não aparece nenhuma vez na Torah, Josué ou Juízes. O significado original de tzevaot pode ser encontrado no primeiro livro de Samuel (I Samuel 17:45), onde ele é interpretado como significando "o Deus dos exércitos de Israel". A palavra, neste caso específico é utilizada para denominar as hordas celestes, enquanto em outros casos sempre significa exércitos ou hordas de homens, como em vários casos no Êxodo (Êxodo 6:26, Êxodo 7:4 e Êxodo 12:41).

    A grafia latina Sabaoth combinado com as vinhas douradas sobre a porta do Templo de Herodes (construído pelo idumeu Herodes o Grande) levou a uma confusão de identidade com o deus Sabázio na antiga Roma.

    Títulos dados ao Criador

    Avinu Malkeinu - Pai Nosso, Rei Nosso 
    Boreh - O Criador 
    Elohei Avraham, Elohei Yitzchak ve Elohei Ya`aqov — "Deus de Abraão, Deus deIsaque e Deus de Jacó" 
    El ha-Gibbor — "Deus Forte". 
    Emet — "Verdade". 
    E'in Sof — "Infinito", nome cabalístico de Deus. 
    Ro'eh Yisrael — "Pastor de Israel". 
    Ha-Kaddosh, Baruch Hu — "O Santo, Bendito Ele". 
    Kaddosh Yisrael — "Santo de Israel". 
    Melech ha-Melachim — "O Rei dos Reis". 
    Magen Avraham — "Escudo de Abraão". 
    YHWH-Yireh (Yahweh-Yireh) — "YHWH provê" (Gênesis 22:13, 14). 
    YHWH-Rapha" — "YHWH cura" (Êxodo15:26). 
    YHWH-Nissi (Yahweh-Nissi) — "YHWH nossa bandeira" (Êxodo 17:8-15). 
    YHWH-Shalom — "YHWH, a nossa paz" (Juízes 6:24). 
    YHWH-Tzidkenu — "YHWH, nossa Justiça" (Jeremias 23:6). 
    YHWH-Shammah — "YHWH está presente" (Ezequiel 48:35). 
    Tzur Yisrael — "Rocha de Israel". 

    O uso dos termos D-s, Ad-nai eEl-him

    Devido ao terceiro mandamento (Não tomarás em vão o nome de YHWH), recentemente alguns judeus usam um apóstrofo nos nomes divinos mais sagrados, de forma a que o nome da divindade não venha a ser profanado por estar escrito em um objeto comum.

    Dio

    Nos escritos dos sefarditas da comunidade de judeus da nação portuguesa, a forma Dio é tradicional. O -s final de Deus é extirpado para não remeter a qualquer ideia de pluralidade.

    Kýrios, escrituras gregas

    Apesar dos Evangelhos serem escrituras cristãs, estes foram escritos por judeus no primeiro século depois de Cristo. Já no final do primeiro século, começaram a substituir o Tetragrama YHWH pela palavra em grego Kýrios, que tem um sentido idêntico a Adonai e também significa "Senhor". Por este motivo, o Tetragrama não é encontrado graficamente do texto do Novo Testamento em muitas versões da Bíblia hoje.

    Referências

    ↑ Unterman, Alan. Dicionário Judaico de Lendas e Tradições. Rio de Janeiro: Zahar, 1991. 262 pp. ISBN 85-7110-243-0

SHOFAR

O Shofar é uma tecnologia de última geração aplicada, o que é mais de 3500 anos de idade. 

Os 101 sons do Shofar (chifre de carneiro) são de conexão central de Rosh Hashanah. Esta é uma das mais antigas tecnologias místicas que existem para dissipar o caos de nossas vidas e do mundo. Os sons de manhã em ambos os dias de Rosh Hashaná são divididos em grupos de 30, 30, 30, 10 e 1 (101 no total). 

Os primeiros 30 têm o poder de cancelar qualquer tipo de julgamento que foi gerado por nossas ações de idolatria. A Cabala explica que a idolatria não é apenas adorar outros deuses, se não fazer as coisas nossos materiais deuses. 

Se entendermos que a Luz do Criador é a única verdadeira fonte de poder de satisfação, quando esperamos receber itens de satisfação espiritual, dinheiro, pessoas; ou quando acreditamos que nosso sustento vem de outros seres humanos; ou quando esperamos uma pessoa para nos fazer felizes, estamos nos conectando com a idolatria e colocar nas mãos das pessoas ou objetos a nossa felicidade e realização. 

Outro aspecto da idolatria é a nossa percepção da vida. A Torá diz: "Não se vire para ver outros deuses e imagens moldadas não fazem" A palavra que eu costumava dizer: "se virar" também significa "tornar-se" O Ari explica que, quando vemos as coisas, situações, etc e idealizar "nos tornamos" no que vemos e moldar a nossa imagem de uma maneira diferente do que nós fomos criados "à imagem de Deus", criando horários corrupto nosso sistema de crenças. Estes 30 sons limpar esses horários. 

Os 30 sons seguintes destruir qualquer obstáculo entre nós e a luz foi criado por curtos-circuitos sexo, incesto ou comportamentos egoístas relacionados com desejos sexuais. 

Ele também limpa todos os tipos de bloqueio que é criado por um casal de lutas e desejos geralmente egoístas. 

Os seguintes 30 ensaios relacionados cancelado derramamento de sangue ea opressão. Segurança imediatamente pensar que não temos nada a ver com as guerras e os povos oprimidos. No nível físico e imediato, os nossos hábitos de consumo têm muito a ver com pessoas que estão sendo oprimidas para nós ter certos luxos a um preço acessível. 

No plano metafísico deve entender que a organização de uma guerra ou matar alguém requer muita energia de ódio, ego, desejo de poder e insensibilidade. Sempre que estamos insensíveis, ou implantar o ódio ou desejo de poder sem se importar com os outros, alimentar o Klipah (véu da negatividade) ódio Global, egoísmo e poder destrutivo. 

Quando um líder mal decide começar uma guerra em que muito sangue foi derramado, usa e precisa desse Kilpah global para levar a energia de que necessita, se Klipah estar vazio, ou seja, se nós não tivéssemos alimentado, que o líder não pode levar os seus planos de guerra. 

O próximo 10 cancelou a negatividade que criamos através Mal Falando de outros ou a nós mesmos. De acordo com a Kabbalah, algumas transgressões espirituais são tão prejudiciais quanto falar mal de alguém. Em relação a conseqüência espiritual ter alguém falando mal do Talmud diz que "um assassino só pode matar alguém uma vez; 

Aquele que fala mal de outra pessoa mata cada vez que alguém repete o que ele disse. "

O último som "Teruah Guedolah" ... 

É o mesmo som que eu uso Yoshua para baixo as muralhas de Jericó. O som prolongado último tem o poder de derrubar as paredes duras de nossos corações. Completar também o número total de 101 sons é o mesmo valor numérico do nome do Mijael Arcanjo, Arcanjo Protector que vai acompanhar-nos até sermos inscritos no Livro da Vida para um ano cheio de bênçãos. 

Finalmente, de acordo com o Zohar é tão importante conhecer as meditações dos 101 sons segurar o Shofar saber se você é o único que vai estar jogando. Na medida em que a ARI diz que se você percebe que a pessoa que joga o faz corretamente desde o básico que é físico, não é certamente meditações cuidadosa de cada som e você deve fugir de ouvir o shofar. Cabalistas prescrever o Shofar deve ser tocada colocando-o no lado direito da boca, não no centro ou no lado esquerdo. 

A mão direita deve segurar o Shofar de cima, ou seja, os dedos apontando para baixo e não para cima. A boca do Shofar não deve ser maior do que os olhos eo nariz da pessoa que toca e, finalmente, nunca deve ser jogado como uma trombeta apontando para o céu. Se esses erros pode gerar o efeito contrário ao pretendido. Se você prestar atenção a maioria das fotos que mostram alguém tocando Shofar verdadeiro que não prestar atenção a essas indicações, infelizmente, até mesmo alguns que se chamam os cabalistas. 

Este Rosh Hashanah experimentar o poder da vibração e as freqüências diferentes do Shofar. A energia para superar qualquer parede interna ou externa. 

Nós pedimos que você registre o mais depressa possível e devemos preparar a nossa casa para o volume de pessoas que você se cadastrar. Desde já agradeço a sua pronta resposta 

Tovah chatimá 
Javier Wolcoff

KJESED DE GUEBURAH

22/4 Terça-feira após o anoitecer
Primeiro dia da segunda semana:

Conte esta noite: "Hoje são 8 dias que perfazem 1 semana e 1 dia do Ômer."

Chesed de Guevurá / Bondade na Disciplina

A intenção e o motivo implícitos na disciplina é o amor. Por que medimos nosso comportamento, estabelecemos padrões e esperamos que as pessoas correspondam a eles - apenas por amor. Mesmo o julgamento da culpa é uma expressão de amor. Em outras palavras, punição não é vingança; é apenas outra maneira de expressar amor através da retirada de tudo que for anti-ético do amor. Tolerância às pessoas jamais deve ser confundida com tolerância ao seu comportamento. Pelo contrário: amor pelas pessoas inclui o desejo de que elas sejam o melhor possível, ajudando-as então a se conscientizarem de nada menos que um comportamento perfeito.

Chesed de Guevurá é o amor na disciplina; consciência do amor intrínseco que permeia a disciplina e julgamento. É o reconhecimento de que sua disciplina pessoal e a disciplina que você espera de outros é apenas uma expressão de amor. É o entendimento de que não temos direito de julgar os outros; apenas temos o direito de amá-los, e isto inclui querer que eles sejam o melhor possível.

Pergunte a si mesmo:

• Quando eu julgo e critico outra pessoa, isto é de certa forma permeado com meu próprio desprezo e irritação?
• Há uma satisfação oculta em sua falha?
• É apenas por amor ao outro?

Exercício para o dia:

Antes de criticar alguém, pense duas vezes: É por preocupação e amor?

Ver: Gueburah

LASHON HARA - LÍNGUA DO MAL

By Rabi Shimon
http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/Lashon/home.html 

" (Ética dos Pais 1:17). Rabi Shimon, filho de Rabban Gamliel, declarou:

O que ele quis dizer com isso? Que nunca devemos elogiar uma pessoa? Jamais dizer uma bênção? Se Rabi Shimon não está se referindo a todos os tipos de palavras, a que tipo se referia? Precisamos de uma máxima inteligente para nos proibir de amaldiçoar? Mas o aforismo de Rabi Shimon é mais profundo que os clichês. Afinal, ele alegou que não há nada melhor que o silêncio – nada mesmo. E para enfatizar o valor do silêncio, ele prossegue dizendo que "a explicação não é básica, mas a ação, e todos que multiplicam as palavras produzem o pecado." " Este é um clássico. Isso é interessante. Todos nós já ouvimos sugestões semelhantes, certo? "
  1. Discurso associado a uma mitsvá (mandamento).
  2. Discurso que devemos ter o cuidado de evitar.
  3. Discurso que é repulsivo ou degrada.
  4. Discurso que expressa amor.
  5. Discurso que é permitido.

Maimônides explica então o que quer dizer. O discurso associado a uma mitsvá inclui estudar a Torá em voz alta. Este tipo de conversa é exigido, na verdade; devemos dizer palavras de Torá e prece. A primeira categoria Maimônides classifica como um mandamento positivo obrigatório.

O discurso que precisamos ter o cuidado de evitar inclui o falso testemunho, mentir, mexericar e praguejar. A Torá nos proíbe o envolvimento com este tipo de discurso, advertindo-nos a nos guardar contra ele e contra outros tipos de conversa inconveniente, incluindo lashon hará (lashon hará, literalmente, linguagem do mal, é qualquer discurso que ofenda outra pessoa, mesmo que as declarações sejam verdadeiras).

Claramente, Rabi Shimon ben Gamliel não pode estar se referindo a estas duas categorias, pois uma é um mandamento positivo e a outra é uma proibição. Não precisamos de um aforismo para nos dizer o que já sabemos que é uma mitsvá.

"Se você não tem nada de bom para dizer, então fique calado." 

O discurso que é repulsivo ou degrada inclui tagarelice, conversa que não tem utilidade, e não beneficia uma pessoa, espiritual ou materialmente. Não há uma proibição inequívoca contra este tipo de discurso, pois ele não envolve amaldiçoar ou mentir, etc. Mas ele não tem qualquer valor. Um pouco diferente da fofoca ou mexerico, pois não espalha boatos ou destrói reputações, a tagarelice comum é inútil e irrelevante, como muito daquilo que passa por novidade. Esta conversa vã, desperdiçada, também inclui elogios negativos e cumprimentos ambíguos. 

E sobre este tipo de conversa, nos diz Rabi Shimon ben Gamliel, o melhor é o silêncio, pois se você tem de falar, assegure-se de que suas palavras combinam com suas ações – e seja breve. O discurso que expressa amor ou afeição inclui elogiar o positivo e criticar sabiamente o negativo. Histórias e canções que elevam a alma, inspiram pessoas a melhorar ou inculcam bons hábitos fazem parte dessa categoria, assim como aquelas que mostram como são repulsivos os maus hábitos e fazem as pessoas desejar evitá-los.    

Mazal Tov
Shalom

HERMENÊUTICA

Hermenêutica é um ramo da filosofia que estuda a teoria da interpretação, que pode referir-se tanto à arte da interpretação, ou a teoria e treino de interpretação. A hermenêutica tradicional - que inclui hermenêutica Bíblica - se refere ao estudo da interpretação de textos escritos, especialmente nas áreas de literatura, religião e direito. A hermenêutica moderna, ou contemporânea, engloba não somente textos escritos, mas também tudo que há no processo interpretativo. Isso inclui formas verbais e não-verbais de comunicação, assim como aspectos que afetam a comunicação, como proposições, pressupostos, o significado e a filosofia da linguagem, e a semiótica. A hermenêutica filosófica refere-se principalmente à teoria do conhecimento de Hans-Georg Gadamer como desenvolvida em sua obra "Verdade e Método" (Wahrheit und Methode), e algumas vezes a Paul Ricoeur. Consistência hermenêutica refere-se à análise de textos para explicação coerente. Uma hermenêutica (singular) refere-se a um método ou vertente de interpretação.

Origem do termo

O termo "hermenêutica" provém do verbo grego "hermēneuein" e significa "declarar", "anunciar", "interpretar", "esclarecer" e, por último, "traduzir". Significa que alguma coisa é "tornada compreensível" ou "levada à compreensão".
Alguns defendem que o termo deriva do nome do deus da mitologia grega Hermes, o mensageiro dos deuses, a quem os gregos atribuíam a origem da linguagem e da escrita e considerado o patrono dacomunicação e do entendimento humano. O certo é que este termo originalmente exprimia a compreensão e a exposição de uma sentença "dos deuses", a qual precisa de uma interpretação para ser apreendida corretamente.
Encontra-se desde os séculos XVII e XVIII o uso do termo no sentido de uma interpretação correta e objetiva da Bíblia. Spinoza é um dos precursores da hermenêutica bíblica.
Outros dizem que o termo "hermenêutica" deriva do grego "ermēneutikē" que significa "ciência", "técnica" que tem por objeto a interpretação de textos poéticos ou religiosos, especialmente da Ilíada e da "Odisséia"; "interpretação" do sentido das palavras dos textos; "teoria", ciência voltada à interpretação dos signos e de seu valor simbólico.
Hermes é tido como patrono da hermenêutica por ser considerado patrono da comunicação e do entendimento humano

Conceito

Wilhelm Dilthey
Com Friedrich Schleiermacher (1768-1834), no início do século XIX, a hermenêutica recebe uma reformulação, pela qual ela definitivamente entra para o âmbito da filosofia. Em seus projetos de hermenêutica coloca-se uma exigência significativa: a exigência de se estabelecer uma hermenêutica geral, compreendida como uma teoria geral da compreensão. A hermenêutica geral deveria ser capaz de estabelecer os princípios gerais de toda e qualquer compreensão e interpretação de manifestações lingüísticas. Onde houvesse linguagem, ali aplicar-se-ia sempre a interpretação. E tudo o que é objeto da compreensão é linguagem (Hermeneutik, 56). Esta afirmação, entretanto, mostra todas as suas implicações quando se lhe justapõe esta outra tese de Schleiermacher: “A linguagem é o modo do pensamento se tornar efetivo. Pois, não há pensamento sem discurso. (...) Ninguém pode pensar sem palavras.”(Hermeneutik und Kritik, 77) Ao postular a “unidade de pensamento e linguagem”(ibidem), a tarefa da hermenêutica se torna universal e abarca a totalidade do que importa ao humano. A hermenêutica, então, é uma análise da compreensão “a partir da natureza da linguagem e das condições basilares da relação entre o falante e o ouvinte” (Akademienrede, 156). Quatro distinções básicas foram estabelecidas por Scheleiermacher. Primeiro, a distinção entre compreensão gramatical, a partir do conhecimento da totalidade da língua do texto ou discurso, e a compreensão técnica ou psicológica, a partir do conhecimento da totalidade da intenção e dos objetivos do autor. Segundo, a distinção entre compreensão divinatória e comparativa:
  • Compreensão comparativa: Se apóia em uma multiplicidade de conhecimentos objetivos, gramaticais e históricos, deduzindo o sentido a partir do enunciado.
  • Compreensão divinatória: Significa uma adivinhação imediata ou apreensão imediata do sentido de um texto.
Essas distinções apontam para aspectos da compreensão superior que se dá pela sua integração. Posteriormente, com os trabalhos de Droysen e Dilthey, o procedimento hermenêutico tornou-se a metodologia da ciências humanas. Os eventos da natureza devem ser explicados, mas a história, os eventos históricos, os valores e a cultura devem ser compreendidos. (Wilhelm Dilthey é primeiro a formular a dualidade de "ciências da natureza e ciências do espírito", que se distinguem por meio de um método analítico esclarecedor e um procedimento de compreensão descritiva.) Compreensão é apreensão de um sentido, e sentido é o que se apresenta à compreensão como conteúdo. Só podemos determinar a compreensão pelo sentido e o sentido apenas pela compreensão. Heidegger, em sua análise da compreensão, diz que toda compreensão apresenta uma "estrutura circular". "Toda interpretação, para produzir compreensão, deve já ter compreendido o que vai interpretar". O cerne da teoria de Heidegger está, todavia, na ontologização da compreensão e da interpretação como aspectos do ser do ente que compreende o ser, o "Dasein".

Estruturas básicas da compreensão

  • Estrutura de horizonte: o conteúdo singular é apreendido a partir da totalidade de um contexto de sentido, que é pré-apreendido e co-apreendido.
  • Estrutura circular: A compreensão acontece a partir de um movimento de ir e vir entre pré-compreensão e compreensão da coisa, como um acontecimento que progride em forma de espiral, na medida em que um elemento pressupõe outro e ao mesmo tempo faz com que se possa ir adiante.
  • Estrutura de diálogo: A compreensão sempre é apreensão do estranho e está aberta à modificação das pressuposições iniciais diante da diferença produzida pelo outro (o texto, o interlocutor).
  • Estrutura de mediação: A compreensão visa um dado que se dá por si mesmo, mas a sua apreensão faz-se pela mediação da tradição e da linguagem.
Os costumes, cultura e etnias são alguns dos aspectos fundamentais para se ter uma legítima interpretação do texto.

Explicação e compreensão

Segundo Wilhelm Dilthey, estes dois métodos estariam opostos entre si: explicação (próprio dasciências naturais) e compreensão (próprio das ciências do espírito ou ciências humanas):
"Esclarecemos por meio de processos intelectuais, mas compreendemos pela cooperação de todas as forças sentimentais na apreensão, pelo mergulhar das forças sentimentais no objeto."
Paul Ricoeur visa superar esta dicotomia. Para ele, compreender um texto é encadear um novo discurso no discurso do texto. Isto supõe que o texto seja aberto. Ler é apropriar-se do sentido do texto. De um lado não há reflexão sem meditação sobre os signos; do outro, não há explicação sem a compreensão do mundo e de si mesmo.